Oi, gente!

Como estão?
Hoje trago resenha de um livro nacional que tive o prazer de revisar, ler em primeira mão e amar ♥

Arranjo Perfeito

por Mary Alcides.


Páginas: 180
Autora: Mary Alcides
Publicado por: amazon
Ano: 2016

Marcha nupcial, véu e buquê. Isso não estava nos planos de Dóris. Não quando envolvia o lindo e encantador casamento grego. Mas após ela fazer um acordo com seus pais e ter a sua parte totalmente fracassada, ela precisa assumir as responsabilidades e aceitar o que seu pai lhe propôs. E como se não bastasse a sua revolta com o casamento, onde os noivos não se conhecem, tudo fica mais complicado quando ela conhece o seu novo vizinho, Alex. Alex é o tipo de cara com quem ela queria se casar. O cara de seus sonhos. Os dois criam um forte laço de amizade e tudo o que Dóris tem é o medo, de que essa amizade torne-se algo maior. Afinal Damien é o seu noivo e ele a espera no altar para um arranjo perfeito.


Dóris não está nada satisfeita com o acordo que fez com os pais. Não quer se casar, não com alguém que não ama ou sequer conhece. Parece estranho? Para a tradição grega, nada bizarro acontecendo aqui. Dóris precisa cumprir com a promessa e, assim, aceita  participar de um casamento arranjado.  

Infeliz com o que está por se tornar sua vida, nossa mocinha, sonhadora, escreveu uma lista de coisas que desejaria fazer antes de ter o destino virado de cabeça para baixo. Muitas dessas coisas não serão possíveis, e ela sabe disso, mas nada a impede de tentar. Com a ajuda do mais novo (e maravilhoso) vizinho Alex, Dóris passa os últimos dias de solteira muito bem acompanhada. De seu vizinho, é claro, e de várias borboletas que nadam em seu estômago. 

Até que o dia do casamento chega, e aí, tudo muda... 

•••♥♥♥•••

Como é estranho falar do livro de alguém que conhecemos e gostamos, não é? Tudo pareceria forçado, ainda mais para mim, que tive uma ligação mais intensa com o livro, revisando-o diariamente, estando em contato com ele ali, fielmente, prestando atenção em cada detalhe. E eu me senti muito feliz por fazer isso! Não é maravilhoso quando trabalhamos diante de algo lindo?

O romance de Mary surpreende depois do plot-twist. Pode-se dizer que, no início, é um romance água com açúcar muito delicioso de se ler, cativante e aconchegante. Os costumes gregos descritos pela autora deixa a leitura mais rica e nos faz entender como tudo aquilo acontece, como é mágico conhecer uma cultura nova. Até que, no meio do livro, o plot-twist nos faz ler um parágrafo diversas vezes, piscar os olhos e se perguntar: é isso mesmo que está acontecendo
Confesso que quase larguei a revisão e terminei a leitura antes de terminar o trabalho. HAHAHA Eu só queria saber como tudo aquilo se desenrolaria. 

Apesar de Dóris ser uma personagem cativante, quis dar um soco em sua fuça em alguns momentos (principalmente depois do plot-t), mas isso aconteceu só porque, se eu fosse ela, eu faria as coisas de forma diferente. Mas ninguém lê para se espelhar nas ações das personagens. Se fosse, seria uma leitura mais frustrante que a outra. E querer bater em personagens é um sinal saudável de que a leitura está surtindo efeito

Arranjo Perfeito é um livro perfeito para sentar no começo da tarde e só levantar ao finalizar o livro. Está disponível em e-book na amazon, e é possível ler inteiramente de graça no programa Kindle Unlimited. Recomendo!



É isso, gente! 
Gostaram? Já conheciam o livro?
Espero que se interessem. #EuLeioNacional, e você?

Xoxo, 
até a próxima!



Oi, gente!

Como vão? 

Hoje vim trazer para vocês o post de atualização sobre o que ando vendo, o que vi nos últimos dias e um pouco da minha opinião sobre cada. Nesse post, pode-se ver que passei um final de semana inteiro assistindo a animações, e a minha vontade era assar a vida inteira assim. Não há nada mais divertido. Então, vamos aos detalhes?

Animações


O Bom Dinossauro (2016)

Os dinossauros foram extintos após a colisão de um gigantesco asteróide com o planeta Terra. E se este evento não tivesse ocorrido? O filme parte desta premissa para trazer a história de dinossauros que ainda hoje controlam o planeta. E mostra a amizade de Arlo, um dinossauro adolescente, com um jovem menino humano, Spot.

O Bom Dinossauro me pegou de surpresa. Mas uma surpresa bem vinda, visto que um filme da Disney em parceria com a Pixar dificilmente deixaria a desejar, já que cada estúdio é conhecido por um aspecto. A parte Pixar fica por conta da emoção do filme, que é cheio de cenas que apelam para a parte sensível do espectador (seja criança ou adulto). E isso me impressionou; não achei que a animação fosse me deixar com os olhos marejados em tantos momentos. Vale a pena mostrar o filme para as crianças e ensinar que a morte faz parte da vida.

 Pets - A Vida Secreta dos Bichos (2016)

Max é um cachorro que mora em um apartamento de Manhattan. Quando sua querida dona traz para casa um novo cão chamado Duke, Max não gosta nada, já que seus privilégios parecem ter acabado. Mas logo eles vão ter que pôr as divergências de lado quando um incidente coloca os dois na mira da carrocinha. Enquanto tentam fugir, os animais da vizinhança se reúnem para o resgate e uma gangue de bichos que moram nos esgotos se mete no caminho da dupla.

"Pets - A vida Secreta dos Bichos" me enganou em seu subtítulo. Estava ansiosa para assistir ao filme e ver como os animais se comportam quando os donos saem de casa, o que eles fazem DENTRO DE CASA e como lidão com a ausência do companheiro. O que Pets faz é repetir a trama da maioria dos filmes com animazinhos, os perdendo no meio da cidade, enfrentando perigos e altas aventuras, com coelhos fofos, porém malvados, figuras duronas totalmente moles, amorosas, e um desenrolar bastante conhecido por todos nós. Eu gostei do filme, mas queria ter gostado muito mais! Talvez minha expectativa de algo diferente estragou o que o filme realmente foi: um entretenimento. 


Croods (2015)

Em plena era pré-histórica, escondidos na maior parte do tempo dentro de uma caverna, vivem Grug (Nicolas Cage / Hércules Franco), a esposa Ugga (Catherine Keener / Bárbara Monteiro), a vovó (Cloris Leachman / Mariângela Cantú), o garoto Thunk (Clark Duke / Fred Mascarenhas), a pequena e feroz Sandy (Randy Thom / Pâmela Rodrigues) e a jovem Eep (Emma Stone / Luísa Palomanes). Eles são os Croods, uma família liderada por um pai que morre de medo do mundo exterior. Só que grandes transformações estão para acontecer, pois a adolescente Eep acaba conhecendo o também jovem Guy (Ryan Reynolds / Raphael Rossatto) e ele vai apresentar um incrível mundo novo, para o desespero do paizão protetor. Agora, juntos, eles vão enfrentar grandes desafios e se adaptar a uma nova e divertida era.

Filmes

Vacation (2015)

Rusty Griswold (Ed Helms) trabalha como piloto de avião na EconoAir, uma companhia de baixo custo. Ele é casado com Debbie (Christina Applegate) e tem dois filhos, James (Skyler Gisondo) e Kevin (Steele Stebbins), que vivem brigando. Disposto a se divertir com a família, Rusty decide seguir os passos de seu pai (Chevy Chase) e comandar uma ida ao parque de diversões Wally World, localizado a dias de viagem. Rusty logo aluga um carro albanês, sem imaginar que a viagem em família será bem mais complicada do que imaginava.

Vacation é o típico filme sessão da tarde, uma figurinha repetida, pode-se dizer. Mas acaba sendo muito mais que isso, quando vemos claras referências ao "Férias Frustradas" dos anos '80, e encaramos o filme como uma homenagem. Até o mesmo carro e o ator do filme "original" fazem uma pontinha nesse longa, que me arrancou altas risadas. Não é uma cópia, não é figurinha repetida, é humor homenageando e agradecendo as origens! Creio que "Vacation" tenha o tipo certo de humor para agradar a todos. 

Nice Guys (2015)

Na Los Angeles dos anos 1970, a filha de uma funcionária do Departamento de Justiça dos Estados Unidos é sequestrada e ela decide contratar Jackson Healy (Russell Crowe), brutamontes violento e ex-alcoólatra, para investigar o caso. O trabalho revela-se mais complicado do que o esperado e ele decide contar com a ajuda a um medroso e atrapalhado detetive particular (Ryan Gosling).

Séries

Younger

Younger conta a história de Liza (Sutton Foster) uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Debi Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Hilary Duff).

Disparada a melhor série que comecei a assistir em 2016, e olha que esse ano eu comecei muita coisa boa! Younger é novidade, é ágil, é divertida, dramática, debochada, e, o melhor de tudo: se passa no mundo dos livros! Das editoras, da correria, da escrita e leitura. É empolgante acompanhar a jornada de Liza tentando ter vinte e poucos anos novamente, com um mundo tão diferente aos seus pés.  



Bem, gente, foi isso! Espero que tenham gostado do post, e, me diz aí: qual desses filmes você já viu? E o que achou!? <3

Xoxo,
Até a próxima!


Oi, gente!

A resenha de hoje é de um livro cedido pela editora Intrínseca para divulgação. A nova série do criador de Downton Abbey foi originalmente lançada em 11 partes, no formato de e-book – uma homenagem à tradição dos folhetins emprestada agora ao livro digital. Achei isso bastante divertido, mas infelizmente não o li dessa forma, já peguei o livro completo e impresso, o que também foi ótimo. 
A edição da editora Intrínseca está nada menos que espetacular. Cheia de detalhes na diagramação e na capa, com o título brilhoso que remete à original. As orelhas são maiores do que 7cm e também bastante detalhadas. O livro é todo em azul e dourado, combinação que remete à época – pelo menos para mim.



Título Original: Belgravia
Autor: Julia Fellowes
Editora: Intrínseca
Nº de Páginas: 368
AMBIENTADA NOS ANOS 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington.
Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala.
No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.

Uma história de segredos e escândalos na Londres de 1840.

Belgravia veio para mim como uma surpresa. Eu não estava esperando fazer parte dessa campanha de marketing, e o livro não estava inserido em meus planos. Tanto é que, quando o recebi, estava no meio de outra leitura, mas meu fraco por romances de época me fez pular as páginas daquele e abrir a primeira de Belgravia. E foi aí que tudo aconteceu. Tudo, literalmente. Depois de semanas sem conseguir finalizar praticamente nenhum livro - aquela outra leitura estava já se arrastando - eu consegui avançar a primeira parte de Belgravia com facilidade e curiosidades tão conhecidas por um leitor quando se está diante de um grande livro.

Ambientado no século XVIII, Belgravia traz a história de duas famílias marcadas por tragédias e escândalos em seu passado: Trenchard e Brockenhurst. 

Iniciado num baile - você pode ler este capítulo gratuitamente - o livro já nos da a deixa de que algo está para acontecer. E algo que irá mudar o rumo daqueles personagens, algo que fará daquela noite inesquecível. A jovem Sophia Trenchard está encantada com a beleza e o poder de sedução de John Bellasis, o herdeiro da família Brockenhurst, um jovem promissor e cobiçado, muitas vezes tido como impossível para alguém como ela; mas Sophia jura que aquela paixão não é algo de sua cabeça.

Infelizmente, para mudar o rumo de todos presentes no baile, todos os jovens foram chamados para a batalha de Waterloo, em 15 de junho de 1815. John Bellasis foi um deles. E, como muitos, ele não voltou com vida. E, com sua partida, muito mais do que apenas um vazio se instalou no peito de Sophia.

"O passado, como já foi dito tantas vezes, é um país estrangeiro no qual as coisas eram feitas de forma diferente."

Somos transferidos, no segundo capítulo, para os anos 1840, vinte e cinco anos depois da batalha. É interessante observar, ao decorrer de cada parte do livro, depois daquele primeiro capítulo, tudo o que mudou em vinte e cinco anos, o que aconteceu, o que ficou e o que partiu. Descobrimos que Sophia (para minha grande surpresa) faleceu poucos meses após a batalha de Waterloo, no parto de um filho de Bellasis. A notícia abalou as estruturas da família, e esse passou a ser o primeiro segredo carregado por Anne e James Trenchard. Temendo sujar o nome de sua querida filha, o casal esconde o neto da família paterna, até que Anne não consegue mais se conter. 
Caroline Brockenhurst, avó paterna de sr. Pope, o filho de Sophia e Edmund, está decidida a fazer com que toda a sociedade londrina desvende o mistério de sua família e saiba que o seu filho ainda vive no espírito do jovem e promissor Sr. Pope. 

Mostrando uma realidade diferente das que estamos acostumadas(os) a ler nos romances de época atuais, com romances traçados no primeiro olhar e paixões arrebatadoras, Belgravia mostra muito mais do que essa fantasia romântica, mostrando que, não importa o tempo, escândalos e segredos sempre fizeram parte da sociedade. Com personagens cativantes, mulheres fortes e dramas intrigantes, além de nos transportar para a Londres dos anos 1840 com detalhes vívidos e descrições que nos fazem realmente fechar os olhos e enxergar a cena, o romance de Julian Fellowes promete encantar até os mais exigentes leitores. Não vi, em toda a narrativa, nada que deixasse a desejar. Nenhuma ponta solta, nada que não fosse justificado algum tempo depois. Também não me peguei lendo erros de revisão, nada comprometendo a leitura. 

"A ambição, a inveja, a raiva, a avareza, a bondade, o altruísmo e, sobretudo, o amor sempre foram e sempre serão poderosos a ponto de motivar nossas escolhas."

Recomendo o livro para todos que querem um romance de época instigante, uma leitura ao mesmo tempo rica e leve, que faz as páginas voarem diante de nossos olhos; e para quem quer descobrir segredos e ler algumas fofocas juntamente aos personagens dessa pujante história.

Abaixo, confira o vídeo onde o escritor, Julian Fellowes fala sobre Belgravia e introduz a história, os cenários e os personagens:


Nota:

E aí, você já leu ou tem vontade de ler Belgravia? Deixa sua opinião aqui nos comentários, vou adorar saber. Beijos, 
e até a próxima.


Oi, gente!

Como estão? Prometo trazer resenhas e dicas de livros nos próximos dias, mas hoje preciso falar de The Real O'Neals. A série me chamou a atenção pois uma de suas personagens principais é interpretada pela Martha Plimpton, que eu conhecia do seriado Raising Hope (Virginia ♥)


Sinopse: A família perfeita. Entretanto, tudo vira de cabeça para baixo quando o filho mais novo resolve assumir que é gay. O que parece ser o fim do ideal familiar, na verdade acaba sendo o início de uma bela jornada, quando todos param de fingir ser perfeitos e mostram como realmente são.
Ano de estreia: 2015
Nº de Temporadas: 1 (renovada para a 2ª)
Criadores: David Windsor, Casey Johnson, Joshua Sternin
Gênero: Comédia || Duração: 22 minutos



The Real O'Neals é uma típica série de comédia. Se você gosta de passar o tempo assistindo a uma sitcom de vinte e poucos minutos com histórias que não devem ser muito levadas a sério, acompanhe esta. Só que tenha em mente que as coisas serão um pouquinho mais desastrosas do que o habitual. 


Saindo um pouco daquele loop Reunião-De-Amigos-Relacionamento-Etc, TRO fala sobre relações em família, aceitação, religião e adolescência. O centro das atenções é Kenny, um adolescente que acaba de assumir ser gay para sua família extremamente católica. Sua mãe, Eileen, a chefe da família, tem problemas em aceitar a opção do filho por conta da religião, por ser um pecado perante Deus, mas ela mesma não está agindo como diz na Bíblia. Seu casamento de anos com Pat está acabando em divórcio e toda aquela felicidade no café da manhã não passava de fingimento. 

É a partir daí que a família perfeita que frequentava as missas aos domingos começa a se deteriorar. Tudo vai por água abaixo, cada um com sua cota de pecados a pagar. 


Além de Kenny, o personagem central, quem começou com toda essa onda de assumir os "pecados", temos os irmãos dele: Jimmy e Shannon. A garota, a caçula da família é esperta e usa isso para o mal, sem negar a que veio. Shannon trás uma boa dose de cinismo para o seriado, sendo a adolescente em fase de transição que questiona tudo. Um dos episódios em que passei a gostar mais dela foi quando se recusou a ir ao catecismo pois tinha questões não respondidas sobre a religião, e ninguém nunca parecia querer satisfazê-la com respostas coerentes. Gostei disso pois foi muito do que eu passei quando comecei a questionar certos ensinamentos bíblicos. 

Os personagens Pat (pai) e Jimmy (irmão mais velho) são coadjuvantes na série, pelo menos nessa primeira temporada foi assim. Um é aquele que está morando no porão e tenta ter uma vida normal depois do divórcio inesperado e o outro é o filho mais velho, valentão e um pouco cabeça de vento que sempre faz besteiras e age como um bobão, sendo sensível ao extremo, o que traz mais um pouco de comédia para todo esse caos que ronda a casa dos O'Neals.
E para fechar o resumo de personagens, temos Eileen, a mãe super religiosa, protetora, paranoica e um pouco fora de controle, que não aceita ter sua vida exposta para todo mundo, como num seriado de TV (ha-ha). Quando descobre que um de seus filhos é gay, a filha mais nova não acredita em Deus e o casamento está indo por água abaixo, decide tomar medidas extremas, como se qualquer coisinha fosse resolver problemas que não têm realmente solução. Mas a religiosidade cega de Eileen começa a se dissolver episódio por episódio, e isso é gostoso de ver. O preconceito implantado em sua mente depois de tantos anos acreditando que "tal" e "tal" coisa eram erradas é levemente lavado, mandado embora, depois de ver que em sua própria família existem pessoas "fora do padrão", mas ainda assim, pessoas. E ainda assim ela os ama, independente da decisão que aqueles tomaram para suas vidas. Creio que nas próximas temporadas Eileen se mostrará uma personagem muito mais divertida que a "maníaca" de hoje, mais suave e aceitando ainda melhor o que se passa em sua casa. 

Eu subestimava o seriado antes mesmo de assistir. Achava que seria só mais uma comédia exagerada, mas eu estava enganada. Ainda bem! The Real O'Neals tem muito o que mostrar, trazendo para dentro da cabeça de cada um o que é ser "fora do padrão" diante de uma sociedade ainda tão preconceituosa. Mostra também que temos que ser quem somos, independente de religião ou o que quer que seja. Não somos pecadores nem iremos sofrer na eternidade por tomar escolhas que nos fazem felizes. Tudo isso numa dose de comédia surreal, é claro (do jeito que eu gosto).

Recomendo a todos que assistam essa primeira temporada. É composta de apenas 13 episódios e dá para assistir em um ou dois dias. E tem legendada no SeriesHub. Clique no botão abaixo para assistir!
Bem, é isso, gente! Espero que tenham gostado da dica de série. 
Até o próximo post do BEDA (que está acabando ai meu deus)
xoxo


Oi, gente!

Já ouviram falar no filme da Disney que traz os animais vivendo num mundo com redes sociais, bebidas, festas, O Poderoso Chefão e muito mais? Estou falando de Zootopia, a melhor animação que vi este ano, até agora.
É fácil apontar as minorias. Em todo grupo, em toda sociedade, existe uma. E não é algo que só vê quem quer: está escancarado. Para nós, humanos, saber diferenciar as minorias é algo que cresce conosco. Nada novo por aqui. Mas, e se tudo isso também existisse no mundo animal? E no mundo animal de uma animação, feita previamente para entreter e agradar crianças - aqueles que ainda não entendem 100% importância que as diferenças de gênero têm na sociedade? Pois é! Se prepare para levar uma grande lição sobre feminismo, minorias, inclusão social e até mesmo política COM UMA ANIMAÇÃO.
Judy é uma coelhinha arisca, inteligente e sonhadora que, numa peça infantil, com sete anos de idade, revela o desejo de ser uma policial quando crescer. Seus pais, aterrorizados com a determinação de Judy, tentam fazê-la desistir dessa ideia tola e continuar com os negócios da família na fazenda. Mas Judy quer mais. Ela não desiste fácil e em seu futuro só enxerga uma coisa: Zootopia. A cidade grande, onde tudo acontece e onde você pode ser o que você quiser. 
A cidade é totalmente inclusiva e abriga todos os tipos de animais. Leões trabalham na mesma estação que búfalos, onças, tigres, etc. Camundongos têm suas próprias casas em tamanho adequado e uma vila só para eles. É geral: todo mundo pode viver em harmonia habitando Zootopia. E Judy consegue realizar seu grande sonho: ser o primeiro coelho a servir a Polícia! Em Zootopia!
A coelhinha deixa a cidade pequena e embarca numa viagem excitante, cheia de adrenalina, onde irá viver tudo aquilo que sempre quis. Mas nada é como ela espera. Sendo de uma espécie "inferior e indefesa", Judy não consegue grandes coisas em seu primeiro dia. Ela é logo mandada para as ruas para servir de guarda de trânsito - nada menos degradante para alguém que sabe ser capaz de muito mais. 
Nos termos do filme, Judy é uma coelha, a primeira a chegar na polícia, onde apenas os grandes permanecem. Ela enfrenta dificuldades em se afirmar como alguém capaz, é subestimada e colocada para baixo a cada hora. Para ser alguém dentro da polícia, precisa enfrentar um desafio e desvendar o mistério que está rondando a cidade: encontrar os animais selvagens desaparecidos de Zootopia, o que ninguém foi capaz de entender até hoje. 
Judy é uma coelha. Fêmea. Pequena. Indefesa. Todos a julgam como não sendo capaz de exercer uma profissão dominada por machos. Ninguém a leva a sério. Ao decorrer do filme, várias vezes Judy é chamada de "fofinha", etc., o que a deixa nervosa. Ela só quer ser tratada como uma igual! Tão boa quanto os outros, porque ela sabe que é. No filme inteiro acompanhamos a luta de Judy, passando por maus bocados e situações perigosas, tudo para afirmar o que vem dizendo desde o começo: EU POSSO. Com a ajuda de Nick, uma raposa esperta - as raposas são tidas como trapaceiras e desleais, outro estereótipo a ser quebrado - Judy consegue provar a todos que as minorias não são mais fracas, elas têm poder. E os menores não são inferiores. É uma quebra de padrão atrás da outra, algo que me surpreendeu quando passei a olhar o filme com os olhos mais atentos. 
Achei importantíssimo uma personagem feminina dentro de uma classe machista, mesmo que Zootopia clame por igualdade. Ainda não é 100% a realidade da cidade, e você consegue pensar em algum exemplo no "nosso mundo" que se encaixe perfeitamente nesses termos? Eu sim!
Deixando toda a mensagem empoderadora de lado (só um pouquinho), Zootopia não é um filme "chato" por tratar de tantos assuntos delicados. É sutil, é uma animação. É engraçado até passar do ponto, as referências de marcas, aplicativos e comportamento da atualiadade passadas para o mundo animal são imperdíveis. Vale a pena a hora e meia em frente a TV. Zootopia é, como eu disse no começo, a melhor animação que vi no ano - até agora.

É isso, gente! Não percam tempo e assistam. Vale super a pena!


Oi, gente!


Hoje tem resenha
E resenha de um livro que eu adoro: Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo. Para começar… acho obrigatório dizer que “Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo” não é um livro para ser levado a sério. Não é um guia definitivo, não é uma regra. É um livro descontraído sobre os mitos e as verdades sobre a mulher Parisiense, que sempre é o centro de atenções por onde passa. É um livro para ser lido por quem admira o estilo e a vida dessas mulheres.


O que torna a mulher francesa tão única e irresistível? A pergunta, que já foi feita milhares de vezes, agora é respondida de forma definitiva por quatro parisienses tão autênticas e charmosas quanto diferentes entre si. Em uma abordagem nova e divertida sobre o que é realmente ser uma parisiense hoje em dia - como elas se vestem, se divertem e se comportam -, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a escritora Anne Berest, a produtora Sophie Mas e a jornalista Audrey Diwan são surpreendentemente francas e sem rodeios.
Falando sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, cultura e muito mais, revelam seus segredos e defeitos, fazem piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados, e até admitem ser esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis. Mandonas e cheias de opiniões, sim, mas também meigas e românticas. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo é um livro divertido e inspirador que desvenda o jeito de ser das francesas, mostrando o que elas pensam sobre estilo, cultura, comportamento e homens. Com dicas nem sempre politicamente corretas, é claro...


Como Ser Uma Parisiense… é uma delícia. É um livro leve, cheio de imagens e linhas com espaçamento gigantesco, algumas listas e definições sobre o estilo, a maternidade, o corpo e os truques na vida da parisiense.
Não temos um estilo de leitura com esse livro. Dá para ser lido em qualquer lugar e, em qualquer página aberta a leitura pode ser iniciada. São pequenas crônicas misturadas com listas de itens, ou “regras” do estereótipo parisiense que nos faz querer conhecer “uma dessas". 
O livro nos dá muitas dicas de estilo, mostrando que as parisienses sempre estão com a cabeça na moda, sendo Paris uma das cidades mais amadas pelas "It Girls". Um dos textos que mais gostei fala sobre a parisiense pelo olhar de um parisiense, a pessoa que convive diariamente com ela. Um trecho:

A Parisiense está sempre atrasada. Ela tem coisas importantes para fazer, ao contrário de você. Ela nunca se maquia para um encontro romântico. Claro. Ela é naturalmente linda. Não precisa disso. Por outro lado, é capaz de passar batom antes de ir à padaria no domingo: e se ela cruzar com um conhecido?
O livro foi escrito por quatro amigas Parisienses, o que dá um ar bem diferente a cada texto. Também conta com algumas lições, como "como arrumar a mesa ao estilo glamouroso das parisienses", "como ter uma peça coringa" ou até mesmo algumas receitinhas francesas deliciosas (e preguiçosas).
Definitivamente, Como Ser Uma Parisiense... é um livro obrigatório para os apaixonados pela cidade luz e o charme que ela transmite até em suas mulheres. Não é nada que mudará a vida de quem lê, mas é algo que deixa uma lembrança. A gente vai olhar para uma mulher em Paris, agora, e lembrar: "nossa, eu li sobre isso naquele livro...!", porque, mesmo no tom de brincadeira (como deve ser livro e aproveitado), algumas verdades estão lá. 
O livro é diagramado de forma elegante, com as páginas brancas e recheadas de imagens lindas. As margens e espaçamento variam muito, mas no geral são grandes, o que dá a vantagem de avançar a leitura em uma horinha ou duas. 

Bem, gente, é isso. O livro é curtinho, então não dá para falar demais. Mas, se você quer saber sobre moda, comportamento, tabus, sexo e muito, muito mais sobre as parisienses... vai com tudo! Não dá para se arrepender. 


Nota: 4/5
Autoras: CAROLINE DE MAIGRET, ANNE BEREST, SOPHIE MAS E AUDREY DIWAN
Ano: 2015
Editora: Objetiva


É engraçado como as coisas acontecem e nos fazem enxergar o amor de uma forma totalmente diferente daquela que já conhecemos. O amor acontece de qualquer forma, a qualquer hora, em qualquer dia e em qualquer circunstância. Não existe apenas um tipo desse sentimento. São várias vertentes, são diversas as variedades.
Já encontrei o amor romântico, aquele que nos faz suspirar, sonhar acordado e desejar que dure para sempre. O amor fraternal, que está presente em nossas vidas desde o primeiro momento; é o mais duradouro, verdadeiro e ingênuo. Todo mundo já sentiu, ninguém passa a vida sem amar dessa maneira. E, recentemente, encontrei um tipo de amor rápido. Não passageiro. Só rápido, que não demorou para se instalar, mas logo foi substituído por saudade. Felizmente, não me refiro à saudade eterna, só aquela que fica no nosso peito, adormece juntinho ao coração e nos faz perguntar “como será que estão as coisas com ele(a) agora?”
E o mais incrível é que, quem me deixou dessa forma, quem espalhou o amor por mim, dessa vez, não foi um ser humano. Foi um ser de quatro patas, um ser de orelhas em pé, rabo abanando e sorriso em forma de latido. 
Numa quarta-feira qualquer, depois de um dia cansado, um pouco chato, como a maioria da rotina, uma criatura pequena, com o olhar amedrontado e o pelo sujo apareceu nos braços da minha mãe, que passou para mim, mas logo me disse que nosso contato seria breve. Meus olhos se encantaram com ela assim que nos conhecemos. A primeira noite foi confusa; ninguém sabia muito bem como agir, mas logo o dia amanheceu e as coisas foram clareando. A cachorrinha – não queríamos colocar nenhum nome, pelo menos tentamos não colocar – se mostrou grata pelos cuidados e após o banho saiu correndo por toda a casa, cumprimentando o cachorro mais “velho” – Billy – e as gatinhas – Léia e Mila. A casa estava cheia e todo mundo queria saber o que a visitante estava fazendo ali. Mel – como começamos a chamar por um tempo – comeu, latiu, brincou, correu e encantou todo mundo, enquanto, relutante, eu tentava encontrar um dono que pudesse cuidar dela tão bem quanto estávamos cuidando.
Mais uma noite chegou e a expectativa de poder adotá-la cresceu, já que ninguém havia se disponibilizado para cria-la. Porém, no dia seguinte, já cheio de intimidades e muito mais brincadeiras, uma família com duas crianças e muito amor decidiu que seria uma boa hora aprender o que é o amor de uma outra maneira, adotando “Mel” e a recebendo de braços (e patas) abertas em casa.
Foi pouco mais de um dia, algumas horinhas a mais, mas… que sensação quente invade a nossa casa agora. Com certeza, passamos inesquecíveis um dia e meio. E para ela também tenho certeza que foi bastante significante. Fomos quem a tirou da rua e a deu um lar temporário, a ensinando várias novas maneiras de se relacionar. De uma certa forma, salvamos sua vida, e essa é a melhor recompensa possível: tê-la visto nas ruas, indefesa, e depois de alguns cuidados, a ver indo na direção de um novo lar, para ser tratada por pessoas boas e dispostas. 
Esse texto nada mais é do que o registro de uma memória indispensável, algo que, em tão pouco tempo, com certeza plantou uma mudança em nossas vidas - minha e de todos da minha família. Eu nunca tinha resgatado um cachorrinho antes, apenas gatos, e a sensação é cada vez melhor. Todo mundo deveria saber como é se sentir totalmente envolvido por uma causa, engajado em encontrar algo melhor do que as ruas para um animal indefeso. E descobrir o que é o amor de mais essa forma. 

Aqui está a "Mel" para vocês entenderem que não tinha como não se apaixonar:



Oi, gente!

Como estão vocês?

Queimei um dia no BEDA pois MUITAS COISAS aconteceram essa semana e eu acabei só liberando os posts já programados. Mas vamos agilizar isso, né?!

Hoje trago mais um "O que Andei Vendo", um quadro aqui do blog onde atualizo sobre os filmes e séries que vi nos últimos dias, semanas ou meses. Como faz tempo que não escrevo no OQAV, vou postar as últimas séries que iniciei! 

Switched at Birth

A série Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Enquanto isso, Daphne Vasquez cresceu filha de mãe solteira. Além disso, a garota contraiu meningite quando criança, sendo então surda como sequela da doença. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas.

Já falei de Switched aqui no blog, no post de séries para assistir com a família. Se quiser ler, é só clicar aqui
Comecei a assistir Switched na Netflix, muito por acaso. Me recordo de ouvir falar muito da série desde a época de seu lançamento, mas nunca tinha parado para apertar o play. Quando fiz isso, mais de cinco episódios foram embora de uma só vez. A primeira temporada, que conta com 30 episódios - isso mesmo, trinta - passou voando e eu me vi muito apegada aos personagens e à trama. Ainda não terminei as temporadas da netflix e a série ainda está em andamento, mas até agora, altamente recomendada. 

Full House

Danny está viúvo e precisa de toda a ajuda que puder encontrar para criar suas três filhas pequenas: D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, ele conta com o apoio de seu melhor amigo, Joey, e de seu cunhado Jesse. Assim começa uma das séries de comédia mais bem sucedidas da televisão, a qual lançou no mapa de Hollywood muitos atores que dela participaram.

Quem não conhece Três é Demais? A série Clássica, exibida no SBT em várias reprises e adorada pelos adolescentes e crianças dos anos '90 é uma comédia típica da transição 80's/90's. Eu já havia assistido episódios aleatórios da série na TV aberta, mas nunca achei que fosse gostar tanto quando assistisse em ordem. Os personagens que compõem a "casa cheia" do seriado são mais do que carismáticos e memoráveis: são amáveis, como uma família que recebemos de braços abertos. Acho difícil assistir e não gostar, mas vai de cada pessoa. Eu amei/tô amando.


Gilmore Girls

Sejam bem-vindos a Star Halow, Connecticut. Uma pequena cidade característica por suas áreas verdes e floridas, suas casas com cercas brancas e muitos personagens particulares. É neste ambiente que se desenvolve a apaixonante, divertida e muito sensível história da vida de Lorelai e Rory Gilmore. Como boa mãe independente, Lorelai organizou sua vida de maneira de que Rory fosse seu norte, transformando-se em sua melhor amiga e confidente. Uma sorte que a mesma Lorelai não teve durante sua infância pois sua mãe, Emily Gilmore, como bom exemplo de uma dama da alta sociedade não compartilhava da maioria dos interesses da jovem Lorelai. Mas família é família e os Gilmore sabem que, apesar das diferenças, estão sempre juntos para superar as dificuldades, amadurecendo e seguindo em frente.

Falei de Gilmore Girls no post "Séries para assistir com a família" se quiser acessar o post, clique aqui.
Gilmore Girls! A queridinha dos anos 00, a minha queridinha. Meu amor por essa série aumentou a cada episódio... e só vai aumentar com o revival! A série é gostosa de assistir, os episódios passam num piscar de olhos e acompanhar o ritmo das Gilmore é maravilhoso. Referências, diálogos atropelados e muita confusão no amor, é isso que você encontra em Gilmore Girls, feito da melhor forma. 

Brooklyn 99

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

Não faz muito tempo que comecei Brooklyn, e por estar assistindo Full House ao mesmo tempo, as vezes paro um pouco com uma delas. Brooklyn está na minha grade de séries e sempre vejo diversos episódios seguidos, quando paro para assistir realmente. O humor "babaca" da série a diferencia das outras que assisto, por isso gosto sempre de estar no melhor clima para começar um episódio. Mas nunca me arrependo!

Revendo: Raising Hope

Raising Hope é uma comédia familiar criada por Greg Garcia. Nela, acompanhamos a família Chance quando eles recebem um novo e inesperado membro. Aos 23 anos, Jimmy Chance (Lucas Neff) não está indo a lugar nenhum em sua vida. Ele limpa piscinas para ganhar um trocado, vai a festas toda noite e ainda vive com sua família, incluindo sua avó Maw Maw (Cloris Leachmann), sua mãe Virginia (Martha Plimpton) e seu pai, Burt (Garret Dillahunt). A vida de Jimmy vira de cabeça para baixo, quando um encontro romântico com Lucy (participação especial de Bijou Phillips) dá errado e ele descobre que ela é uma criminosa procurada. Meses depois, quando Jimmy a visita na cadeia, ele descobre que Lucy está grávida de um filho seu. Depois que ela dá à luz é Jimmy quem deve tomar conta do bebê.

Raising Hope entrou no catálogo da Netflix recentemente, por isso me animei muito para rever essa série tão cativante e pouco conhecida aqui no Brasil! Assisti episódio por episódio logo quando estreou - nem lembro como a conheci! - e realmente uma série muito especial para mim. Não consigo explicar minha conexão com RR, mas ela existe, é forte, e eu recomendo para todos, mesmo não sendo tão comum por aqui quanto tantas outras!


Bem, gente, foi isso!
Como expliquei lá em cima, queimei um dia pois MUITA COISA estava/está acontecendo por aqui hahaha mas tentarei não passar mais nada em branco. Espero que estejam curtindo o BEDA assim como eu. 
E aí, já conhecia/viu alguma série do post? Comenta aqui!