Oi, gente!

Já ouviram falar no filme da Disney que traz os animais vivendo num mundo com redes sociais, bebidas, festas, O Poderoso Chefão e muito mais? Estou falando de Zootopia, a melhor animação que vi este ano, até agora.
É fácil apontar as minorias. Em todo grupo, em toda sociedade, existe uma. E não é algo que só vê quem quer: está escancarado. Para nós, humanos, saber diferenciar as minorias é algo que cresce conosco. Nada novo por aqui. Mas, e se tudo isso também existisse no mundo animal? E no mundo animal de uma animação, feita previamente para entreter e agradar crianças - aqueles que ainda não entendem 100% importância que as diferenças de gênero têm na sociedade? Pois é! Se prepare para levar uma grande lição sobre feminismo, minorias, inclusão social e até mesmo política COM UMA ANIMAÇÃO.
Judy é uma coelhinha arisca, inteligente e sonhadora que, numa peça infantil, com sete anos de idade, revela o desejo de ser uma policial quando crescer. Seus pais, aterrorizados com a determinação de Judy, tentam fazê-la desistir dessa ideia tola e continuar com os negócios da família na fazenda. Mas Judy quer mais. Ela não desiste fácil e em seu futuro só enxerga uma coisa: Zootopia. A cidade grande, onde tudo acontece e onde você pode ser o que você quiser. 
A cidade é totalmente inclusiva e abriga todos os tipos de animais. Leões trabalham na mesma estação que búfalos, onças, tigres, etc. Camundongos têm suas próprias casas em tamanho adequado e uma vila só para eles. É geral: todo mundo pode viver em harmonia habitando Zootopia. E Judy consegue realizar seu grande sonho: ser o primeiro coelho a servir a Polícia! Em Zootopia!
A coelhinha deixa a cidade pequena e embarca numa viagem excitante, cheia de adrenalina, onde irá viver tudo aquilo que sempre quis. Mas nada é como ela espera. Sendo de uma espécie "inferior e indefesa", Judy não consegue grandes coisas em seu primeiro dia. Ela é logo mandada para as ruas para servir de guarda de trânsito - nada menos degradante para alguém que sabe ser capaz de muito mais. 
Nos termos do filme, Judy é uma coelha, a primeira a chegar na polícia, onde apenas os grandes permanecem. Ela enfrenta dificuldades em se afirmar como alguém capaz, é subestimada e colocada para baixo a cada hora. Para ser alguém dentro da polícia, precisa enfrentar um desafio e desvendar o mistério que está rondando a cidade: encontrar os animais selvagens desaparecidos de Zootopia, o que ninguém foi capaz de entender até hoje. 
Judy é uma coelha. Fêmea. Pequena. Indefesa. Todos a julgam como não sendo capaz de exercer uma profissão dominada por machos. Ninguém a leva a sério. Ao decorrer do filme, várias vezes Judy é chamada de "fofinha", etc., o que a deixa nervosa. Ela só quer ser tratada como uma igual! Tão boa quanto os outros, porque ela sabe que é. No filme inteiro acompanhamos a luta de Judy, passando por maus bocados e situações perigosas, tudo para afirmar o que vem dizendo desde o começo: EU POSSO. Com a ajuda de Nick, uma raposa esperta - as raposas são tidas como trapaceiras e desleais, outro estereótipo a ser quebrado - Judy consegue provar a todos que as minorias não são mais fracas, elas têm poder. E os menores não são inferiores. É uma quebra de padrão atrás da outra, algo que me surpreendeu quando passei a olhar o filme com os olhos mais atentos. 
Achei importantíssimo uma personagem feminina dentro de uma classe machista, mesmo que Zootopia clame por igualdade. Ainda não é 100% a realidade da cidade, e você consegue pensar em algum exemplo no "nosso mundo" que se encaixe perfeitamente nesses termos? Eu sim!
Deixando toda a mensagem empoderadora de lado (só um pouquinho), Zootopia não é um filme "chato" por tratar de tantos assuntos delicados. É sutil, é uma animação. É engraçado até passar do ponto, as referências de marcas, aplicativos e comportamento da atualiadade passadas para o mundo animal são imperdíveis. Vale a pena a hora e meia em frente a TV. Zootopia é, como eu disse no começo, a melhor animação que vi no ano - até agora.

É isso, gente! Não percam tempo e assistam. Vale super a pena!


Oi, gente!


Hoje tem resenha
E resenha de um livro que eu adoro: Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo. Para começar… acho obrigatório dizer que “Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo” não é um livro para ser levado a sério. Não é um guia definitivo, não é uma regra. É um livro descontraído sobre os mitos e as verdades sobre a mulher Parisiense, que sempre é o centro de atenções por onde passa. É um livro para ser lido por quem admira o estilo e a vida dessas mulheres.


O que torna a mulher francesa tão única e irresistível? A pergunta, que já foi feita milhares de vezes, agora é respondida de forma definitiva por quatro parisienses tão autênticas e charmosas quanto diferentes entre si. Em uma abordagem nova e divertida sobre o que é realmente ser uma parisiense hoje em dia - como elas se vestem, se divertem e se comportam -, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a escritora Anne Berest, a produtora Sophie Mas e a jornalista Audrey Diwan são surpreendentemente francas e sem rodeios.
Falando sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, cultura e muito mais, revelam seus segredos e defeitos, fazem piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados, e até admitem ser esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis. Mandonas e cheias de opiniões, sim, mas também meigas e românticas. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo é um livro divertido e inspirador que desvenda o jeito de ser das francesas, mostrando o que elas pensam sobre estilo, cultura, comportamento e homens. Com dicas nem sempre politicamente corretas, é claro...


Como Ser Uma Parisiense… é uma delícia. É um livro leve, cheio de imagens e linhas com espaçamento gigantesco, algumas listas e definições sobre o estilo, a maternidade, o corpo e os truques na vida da parisiense.
Não temos um estilo de leitura com esse livro. Dá para ser lido em qualquer lugar e, em qualquer página aberta a leitura pode ser iniciada. São pequenas crônicas misturadas com listas de itens, ou “regras” do estereótipo parisiense que nos faz querer conhecer “uma dessas". 
O livro nos dá muitas dicas de estilo, mostrando que as parisienses sempre estão com a cabeça na moda, sendo Paris uma das cidades mais amadas pelas "It Girls". Um dos textos que mais gostei fala sobre a parisiense pelo olhar de um parisiense, a pessoa que convive diariamente com ela. Um trecho:

A Parisiense está sempre atrasada. Ela tem coisas importantes para fazer, ao contrário de você. Ela nunca se maquia para um encontro romântico. Claro. Ela é naturalmente linda. Não precisa disso. Por outro lado, é capaz de passar batom antes de ir à padaria no domingo: e se ela cruzar com um conhecido?
O livro foi escrito por quatro amigas Parisienses, o que dá um ar bem diferente a cada texto. Também conta com algumas lições, como "como arrumar a mesa ao estilo glamouroso das parisienses", "como ter uma peça coringa" ou até mesmo algumas receitinhas francesas deliciosas (e preguiçosas).
Definitivamente, Como Ser Uma Parisiense... é um livro obrigatório para os apaixonados pela cidade luz e o charme que ela transmite até em suas mulheres. Não é nada que mudará a vida de quem lê, mas é algo que deixa uma lembrança. A gente vai olhar para uma mulher em Paris, agora, e lembrar: "nossa, eu li sobre isso naquele livro...!", porque, mesmo no tom de brincadeira (como deve ser livro e aproveitado), algumas verdades estão lá. 
O livro é diagramado de forma elegante, com as páginas brancas e recheadas de imagens lindas. As margens e espaçamento variam muito, mas no geral são grandes, o que dá a vantagem de avançar a leitura em uma horinha ou duas. 

Bem, gente, é isso. O livro é curtinho, então não dá para falar demais. Mas, se você quer saber sobre moda, comportamento, tabus, sexo e muito, muito mais sobre as parisienses... vai com tudo! Não dá para se arrepender. 


Nota: 4/5
Autoras: CAROLINE DE MAIGRET, ANNE BEREST, SOPHIE MAS E AUDREY DIWAN
Ano: 2015
Editora: Objetiva


É engraçado como as coisas acontecem e nos fazem enxergar o amor de uma forma totalmente diferente daquela que já conhecemos. O amor acontece de qualquer forma, a qualquer hora, em qualquer dia e em qualquer circunstância. Não existe apenas um tipo desse sentimento. São várias vertentes, são diversas as variedades.
Já encontrei o amor romântico, aquele que nos faz suspirar, sonhar acordado e desejar que dure para sempre. O amor fraternal, que está presente em nossas vidas desde o primeiro momento; é o mais duradouro, verdadeiro e ingênuo. Todo mundo já sentiu, ninguém passa a vida sem amar dessa maneira. E, recentemente, encontrei um tipo de amor rápido. Não passageiro. Só rápido, que não demorou para se instalar, mas logo foi substituído por saudade. Felizmente, não me refiro à saudade eterna, só aquela que fica no nosso peito, adormece juntinho ao coração e nos faz perguntar “como será que estão as coisas com ele(a) agora?”
E o mais incrível é que, quem me deixou dessa forma, quem espalhou o amor por mim, dessa vez, não foi um ser humano. Foi um ser de quatro patas, um ser de orelhas em pé, rabo abanando e sorriso em forma de latido. 
Numa quarta-feira qualquer, depois de um dia cansado, um pouco chato, como a maioria da rotina, uma criatura pequena, com o olhar amedrontado e o pelo sujo apareceu nos braços da minha mãe, que passou para mim, mas logo me disse que nosso contato seria breve. Meus olhos se encantaram com ela assim que nos conhecemos. A primeira noite foi confusa; ninguém sabia muito bem como agir, mas logo o dia amanheceu e as coisas foram clareando. A cachorrinha – não queríamos colocar nenhum nome, pelo menos tentamos não colocar – se mostrou grata pelos cuidados e após o banho saiu correndo por toda a casa, cumprimentando o cachorro mais “velho” – Billy – e as gatinhas – Léia e Mila. A casa estava cheia e todo mundo queria saber o que a visitante estava fazendo ali. Mel – como começamos a chamar por um tempo – comeu, latiu, brincou, correu e encantou todo mundo, enquanto, relutante, eu tentava encontrar um dono que pudesse cuidar dela tão bem quanto estávamos cuidando.
Mais uma noite chegou e a expectativa de poder adotá-la cresceu, já que ninguém havia se disponibilizado para cria-la. Porém, no dia seguinte, já cheio de intimidades e muito mais brincadeiras, uma família com duas crianças e muito amor decidiu que seria uma boa hora aprender o que é o amor de uma outra maneira, adotando “Mel” e a recebendo de braços (e patas) abertas em casa.
Foi pouco mais de um dia, algumas horinhas a mais, mas… que sensação quente invade a nossa casa agora. Com certeza, passamos inesquecíveis um dia e meio. E para ela também tenho certeza que foi bastante significante. Fomos quem a tirou da rua e a deu um lar temporário, a ensinando várias novas maneiras de se relacionar. De uma certa forma, salvamos sua vida, e essa é a melhor recompensa possível: tê-la visto nas ruas, indefesa, e depois de alguns cuidados, a ver indo na direção de um novo lar, para ser tratada por pessoas boas e dispostas. 
Esse texto nada mais é do que o registro de uma memória indispensável, algo que, em tão pouco tempo, com certeza plantou uma mudança em nossas vidas - minha e de todos da minha família. Eu nunca tinha resgatado um cachorrinho antes, apenas gatos, e a sensação é cada vez melhor. Todo mundo deveria saber como é se sentir totalmente envolvido por uma causa, engajado em encontrar algo melhor do que as ruas para um animal indefeso. E descobrir o que é o amor de mais essa forma. 

Aqui está a "Mel" para vocês entenderem que não tinha como não se apaixonar:



Oi, gente!

Como estão vocês?

Queimei um dia no BEDA pois MUITAS COISAS aconteceram essa semana e eu acabei só liberando os posts já programados. Mas vamos agilizar isso, né?!

Hoje trago mais um "O que Andei Vendo", um quadro aqui do blog onde atualizo sobre os filmes e séries que vi nos últimos dias, semanas ou meses. Como faz tempo que não escrevo no OQAV, vou postar as últimas séries que iniciei! 

Switched at Birth

A série Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Enquanto isso, Daphne Vasquez cresceu filha de mãe solteira. Além disso, a garota contraiu meningite quando criança, sendo então surda como sequela da doença. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas.

Já falei de Switched aqui no blog, no post de séries para assistir com a família. Se quiser ler, é só clicar aqui
Comecei a assistir Switched na Netflix, muito por acaso. Me recordo de ouvir falar muito da série desde a época de seu lançamento, mas nunca tinha parado para apertar o play. Quando fiz isso, mais de cinco episódios foram embora de uma só vez. A primeira temporada, que conta com 30 episódios - isso mesmo, trinta - passou voando e eu me vi muito apegada aos personagens e à trama. Ainda não terminei as temporadas da netflix e a série ainda está em andamento, mas até agora, altamente recomendada. 

Full House

Danny está viúvo e precisa de toda a ajuda que puder encontrar para criar suas três filhas pequenas: D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, ele conta com o apoio de seu melhor amigo, Joey, e de seu cunhado Jesse. Assim começa uma das séries de comédia mais bem sucedidas da televisão, a qual lançou no mapa de Hollywood muitos atores que dela participaram.

Quem não conhece Três é Demais? A série Clássica, exibida no SBT em várias reprises e adorada pelos adolescentes e crianças dos anos '90 é uma comédia típica da transição 80's/90's. Eu já havia assistido episódios aleatórios da série na TV aberta, mas nunca achei que fosse gostar tanto quando assistisse em ordem. Os personagens que compõem a "casa cheia" do seriado são mais do que carismáticos e memoráveis: são amáveis, como uma família que recebemos de braços abertos. Acho difícil assistir e não gostar, mas vai de cada pessoa. Eu amei/tô amando.


Gilmore Girls

Sejam bem-vindos a Star Halow, Connecticut. Uma pequena cidade característica por suas áreas verdes e floridas, suas casas com cercas brancas e muitos personagens particulares. É neste ambiente que se desenvolve a apaixonante, divertida e muito sensível história da vida de Lorelai e Rory Gilmore. Como boa mãe independente, Lorelai organizou sua vida de maneira de que Rory fosse seu norte, transformando-se em sua melhor amiga e confidente. Uma sorte que a mesma Lorelai não teve durante sua infância pois sua mãe, Emily Gilmore, como bom exemplo de uma dama da alta sociedade não compartilhava da maioria dos interesses da jovem Lorelai. Mas família é família e os Gilmore sabem que, apesar das diferenças, estão sempre juntos para superar as dificuldades, amadurecendo e seguindo em frente.

Falei de Gilmore Girls no post "Séries para assistir com a família" se quiser acessar o post, clique aqui.
Gilmore Girls! A queridinha dos anos 00, a minha queridinha. Meu amor por essa série aumentou a cada episódio... e só vai aumentar com o revival! A série é gostosa de assistir, os episódios passam num piscar de olhos e acompanhar o ritmo das Gilmore é maravilhoso. Referências, diálogos atropelados e muita confusão no amor, é isso que você encontra em Gilmore Girls, feito da melhor forma. 

Brooklyn 99

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

Não faz muito tempo que comecei Brooklyn, e por estar assistindo Full House ao mesmo tempo, as vezes paro um pouco com uma delas. Brooklyn está na minha grade de séries e sempre vejo diversos episódios seguidos, quando paro para assistir realmente. O humor "babaca" da série a diferencia das outras que assisto, por isso gosto sempre de estar no melhor clima para começar um episódio. Mas nunca me arrependo!

Revendo: Raising Hope

Raising Hope é uma comédia familiar criada por Greg Garcia. Nela, acompanhamos a família Chance quando eles recebem um novo e inesperado membro. Aos 23 anos, Jimmy Chance (Lucas Neff) não está indo a lugar nenhum em sua vida. Ele limpa piscinas para ganhar um trocado, vai a festas toda noite e ainda vive com sua família, incluindo sua avó Maw Maw (Cloris Leachmann), sua mãe Virginia (Martha Plimpton) e seu pai, Burt (Garret Dillahunt). A vida de Jimmy vira de cabeça para baixo, quando um encontro romântico com Lucy (participação especial de Bijou Phillips) dá errado e ele descobre que ela é uma criminosa procurada. Meses depois, quando Jimmy a visita na cadeia, ele descobre que Lucy está grávida de um filho seu. Depois que ela dá à luz é Jimmy quem deve tomar conta do bebê.

Raising Hope entrou no catálogo da Netflix recentemente, por isso me animei muito para rever essa série tão cativante e pouco conhecida aqui no Brasil! Assisti episódio por episódio logo quando estreou - nem lembro como a conheci! - e realmente uma série muito especial para mim. Não consigo explicar minha conexão com RR, mas ela existe, é forte, e eu recomendo para todos, mesmo não sendo tão comum por aqui quanto tantas outras!


Bem, gente, foi isso!
Como expliquei lá em cima, queimei um dia pois MUITA COISA estava/está acontecendo por aqui hahaha mas tentarei não passar mais nada em branco. Espero que estejam curtindo o BEDA assim como eu. 
E aí, já conhecia/viu alguma série do post? Comenta aqui!



Oi, gente!

Vocês lembram do primeiro post sobre autores do wattpad? Se não, clique aqui e conheça cinco jovens autoras que começaram a escrever usando a ferramenta Wattpad. 

Hoje, irei trazer mais dicas de novos autores, e dessa vez um pouquinho mais: serão sete talentosos escritores! Vamos lá? 

Leo Bertagnolli

Nome e usuário do wattpad:


@LeoBertagnolli

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Foi, na verdade, sugestão de uma amiga, pois eu estava frustrado com a plataforma na qual eu estava publicando na época. Eu não estava pegando views, quem lia não comentava, coisas assim, então ela sugeriu o wattpad, e, estou surpreso, é muito bom.

Quantas obras possui no aplicativo?

Atualmente possuo apenas uma obra completa, mas pretendo postar a sequência dessa obra assim que estiver bem lapidada.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

A facilidade de compartilhamento e a quantidade de usuários. É colossal a quantidade de gente que busca novas histórias lá, mesmo antes de eu ter compartilhado e divulgado minha história, já haviam leitores e mesmo comentários.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Bah. É um sonho, porém, ainda não, não recebi proposta ainda. Espero um dia receber. E sim, conheço uma pessoa sim, o nome dela é Camilla Cardoso, e tem um livro incrível que está à caminho da publicação. Estou hiper feliz por ela.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Leitores fantasmas. Pelos deuses. Como isso é frustrante. É realmente tão difícil dizer se gostou ou não da história? Um simples “Eu gostei” já é o mundo pro escritor. Eu literalmente PULO de alegria quando alguém comenta minha história, dizendo se gostou, ou fazendo críticas construtivas, ou simplesmente dizendo “quero mais”. São coisas simples, mas, pra mim, são o mundo. É como um sorriso: Simples, gentil, mas que faz um dia cinza se tornar colorido.

Livro de Leo no wattpad: 



Tânia Picon

Nome e usuário do wattpad:

Tânia Picon - @taniapicon

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Em 2015, quando eu voltei a escrever depois de mais de quatro anos parada. Fui pesquisar o que eu podia fazer com as minhas histórias, já que eu queria muito ser lida, e então me indicaram o wattpad. Daí comecei a escrever e postar as novas histórias à medida que elas iam sendo feitas.

Quantas obras possui no aplicativo?

Contando com as degustações (4) e os contos (3) são 13. Nesse ano comecei a mexer e a revisar algumas e elas migraram para a Amazon. Tinha muitos livros antigos guardados. E ainda tenho alguns para terminar de arrumar. É um processo lento e que toma tempo, por isso nesse ano quase não fiz nenhum livro completo, ao contrário de 2015, ano em que eu escrevi seis, sendo que cinco desses estão na Amazon. Acho que as ideias estavam acumuladas pelos anos de pausa.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Os leitores, é claro. Para mim eles chegaram lentamente, mas chegaram. E os comentários fofos são muito estimulantes. É bastante gratificante.
Outra coisa boa para mim foram os concursos. Ganhei o primeiro lugar em um de contos que era oficial e um de melhor romance de julho que não era oficial. E foi esse primeiro concurso que fez eu me lançar na Amazon, ele me deixou animada e me deu coragem.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Sim, acho que foram três editoras que entraram em contato comigo nesse ano, se eu não me engano. Mas não fechei com nenhuma delas. Estou aprendendo a ver que a grande maioria das editoras não tem propostas muito vantajosas para o escritor. O único contrato de publicação que eu fechei não entrou em contato comigo, eu que fui atrás, mas eles me deram um resposta positiva porque conheciam o meu livro pelo wattpad. Então acho que ele é mesmo uma vitrine.  
Não vi nenhum livro em livraria, mas espero ver em breve. Conheci vários talentos nacionais e me apaixonei pela literatura nacional por causa do wattpad.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

O ponto negativo foi a demora para os leitores chegarem, no meu caso. Foram meses postando para ninguém, mas eu continuei mesmo assim. Era bem desanimador, eu confesso. Hoje é bem mais movimentado e os leitores continuam chegando.

Conheça os livros de Tânia no wattpad:

Clara Alves

Nome e usuário do wattpad:


Clara Alves, /ClaraAlves

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Eu conheci a plataforma em 2013. Eu costumava escrever em uma comunidade no Orkut voltada para a escrita. Quando o site acabou, eu senti muito, porque o Facebook, que era a rede social para onde todos estavam migrando, não permite a criação de espaços de escrita mais dinâmicos e completos, como era no outro. Por causa disso, os amigos que fiz no Orkut me indicaram o Wattpad, mas eu só comecei a usar mesmo em 2015.

Quantas obras possui no aplicativo?

Eu tenho quatro obras criadas, mas uma já está completa e só uma está em andamento. As outras duas estão inativas por enquanto.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Sendo clichê, com certeza a maior vantagem é o feedback quase imediato. É claro que escrever sabendo que você está sendo visto estimula os autores. Mesmo que o retorno seja negativo, é legal que a gente saiba onde estamos errando e de que forma podemos melhorar a história.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Não aconteceu comigo, não, por isso que eu estou lançando independente (rs)! Mas alguns dos autores que mais gosto já estão saindo da plataforma: a Gisela Bacelar vai lançar “Desencontros” ano que vem pela editora Planeta; a Chris Salles está lançando “O diário internacional de Babi” com eles também; e a Bruna Fontes vai lançar “Sob o mesmo teto” pela Duplo Sentido, na Bienal.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Acho que a pior parte é que a gente passa a se preocupar muito com os números. Eu vejo muitos autores reclamarem em grupos do Wattpad que têm pouca visualização e que estão querendo desistir, sem levarem em consideração que nem todo produto com qualidade tem a visibilidade que merece, mesmo fora do site. Mas eu não posso julgá-los. Eu mesma entro no meu livro várias vezes por dia para saber se já conquistei mais 1k (rs). Isso desestrutura um pouco o autor, que deveria estar mais focado em escrever.

Conheça os livros de Clara no Wattpad:


Ana Carolina

Nome e usuário do wattpad:


Ana Carolina Dias (@anaagdias)

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Conheci através de indicação no Facebook... Depois do Nyah!, acabei desanimando das plataformas online, até conhecer o Wattpad. Foi amor ao primeiro login.

 Quantas obras possui no aplicativo?

Cinco histórias!

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Acho que a oportunidade de você mostrar seu trabalho e ter a chance de ver ‘de perto’ se está agradando as pessoas, além de melhorar os pontos que ainda não estão 100%. Gosto da troca de diálogos que acontece entre autor/leitor, pois um feedback é essencial para que hajam melhoras. Também acho maravilhosa a forma como os leitores conseguem aumentar o ‘ego’ dos autores e fazê-los se sentirem tão bem. Apoio é essencial para que uma história consiga chegar ao ponto final.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Sim! Uma vez recebi proposta de um perfil editorial que disse ter lido parte da minha história e a achou interessante, que gostaria de publicá-la. Acabei escolhendo outra editora para fazer parte da casa, mas, de qualquer forma, eu mesma sou uma das pessoas que começaram no Wattpad e em breve estará nas livrarias e estantes alheias com o primeiro livro. 

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Eu acho que, no final, tive mais pontos positivos do que negativos sobre o Wattpad, porém de tudo o que vivi lá, a pior parte foi (e continua sendo) o medo do plágio, que muitas vezes acaba sendo real para alguns autores. Também é difícil conseguir leitores e ter visibilidade em meio a tantas histórias, mas esses são detalhes que um pouquinho de esforço e boa vontade resolvem. 

Conheça o livro de Ana em pré-venda: 
 Então é isso, gente!
E aí, gostaram? 
Semana que vem volto com mais autores e mais entrevistas incríveis. <3 Não se esqueçam de passar no wattpad e conferir cada um deles!
Xoxo


Oi, gente!


*Um opuco atrasada*
Na semana passada foi comemorado o dia dos estudantes. Parabéns a todos os envolvidos! HAHAHA E como comemoração ao dia em que todos nós queríamos que fosse feriado e não tivesse aula (não é mesmo?) eu venho aqui trazer para vocês meus cinco filmes de colegial favoritos. Descaradamente, A Mentira é meu favorito queridinho!

A Mentira (2010)



Olive (Emma Stone) era aquele tipo de estudante cuja presença não era notada por ninguém, além de sua melhor amiga Rhiannon (Alyson Michalka). Quando ela a convida para passar um fim de semana acampando, Olive dá como desculpa que irá se encontrar com alguém. Na segunda seguinte Rhiannon lhe pergunta como foi o encontro e, para manter a história, Olive diz que perdeu a virgindade com ele. A notícia é ouvida por Marianne (Amanda Bynes), a crente da escola, que logo a espalha para os demais alunos. A situação altera o modo como as pessoas olham para Olive, o que faz com que ela se sinta dividida: ao mesmo tempo em que se sente mal por olharem para ela graças a uma mentira, ela gosta de enfim receber a atenção das pessoas. A situação potencializa ainda mais quando ela aceita a proposta feita por Brandon (Dan Byrd), seu amigo gay, de que finjam ter relações sexuais durante uma festa onde todos da escola estejam presentes. Desta forma Brandon passa a ser visto como heterossexual, deixando de ser perseguido, e Olive assume de vez a figura de vadia da escola. Só que ela não podia imaginar até onde sua fama iria levá-la.

10 Coisas Que Eu Odeio em Você (1999)

A situação está tensa na casa dos Stratford. Bianca (Larisa Oleynik) não vê a hora de arranjar um namorado, mas seu pai (Larry Miller) não permite que ela saia com garotos. Após muita insistência, o pai toma uma resolução: Bianca pode namorar, desde que sua irmã, Katharina (Julia Stiles), namore também. Só que Katharina é uma verdadeira megera, que não tem amigos na escola nem em lugar algum. Para resolver a questão, Cameron (Joseph Gordon-Levitt), apaixonado por Bianca, resolve contratar o misterioso Patrick Verona (Heath Ledger) para seduzir a futura cunhada.

3. Meninas Malvadas 

Cady Heron (Lindsay Lohan) é uma garota que cresceu na África e sempre estudou em casa, nunca tendo ido a uma escola. Após retornar aos Estados Unidos com seus pais, ela se prepara para iniciar sua vida de estudante, se matriculando em uma escola pública. Logo Cady percebe como a língua venenosa de suas novas colegas pode prejudicar sua vida e, para piorar ainda mais sua situação, Cady se apaixona pelo garoto errado.


4. A Garota de Rosa Shoking 

Uma garota pobre (Molly Ringwald), que estuda em colégio de ricos, sonha em ter um vestido especial para ir ao baile da escola e namorar algum colega bonitão e milionário.


5. Quase Igual Aos Outros 

Terry Griffith parece ter uma vida escolar perfeita: é bonita, popular, inteligente e está prestes a conseguir o estágio dos seus sonhos em um jornal. Infelizmente, seu professor de jornalismo dispensa o artigo dela em prol de textos escritos por alunos homens. Decidida a comprovar que a causa de seu fracasso foi o sexismo do professor, ela se disfarça de homem em uma nova escola, onde tentará inscrever seu artigo jornalístico novamente.

E aí, qual o seu favorito? Não está na lista?! Então conta aí nos comentários!
Até o próximo post do BEDA:


Oi, gente!


Como estão?! Mais um dia de BEDA, mais um dia de luta hahaha :)
Hoje trago para vocês a resenha de um chick-lit delicioso: Uma Pitada de Amor, da inglesa Katie Fforde. 


Título Original: Recipe For Love

Nº de Páginas: 399

Autora: Katie Fforde
Editora: Recorde
Uma aspirante a cozinheira em um programa de TV. Um jurado muito atraente. Um amor proibido.
Quando Zoe Harper conquista uma cobiçada vaga em um reality show de culinária, ela mal pode esperar para pôr suas habilidades à prova. Sua principal motivação é o prêmio em dinheiro: um valor que certamente a ajudaria a abrir sua tão sonhada delicatéssen.
No entanto, ela logo percebe que a competição vai muito além da cozinha. Cher, outra concorrente, está disposta a tudo para ganhar, incluindo jogar seu charme para cima dos jurados.
E as coisas se complicam ainda mais quando Zoe percebe que está se apaixonando por um deles: o incrivelmente sexy Gideon Irving. Com tudo o que está em risco, os dois têm muito a perder caso se envolvam, algo que parece cada vez mais inevitável.

Sobre o Livro:


Zoe é uma das competidoras de um reality show culinário londrino, onde é desafiada a cozinhar numa casa de campo com câmeras em sua cara e tendo participantes querendo jogar seu veneno e fazer de tudo para que ela seja eliminada. Ah, e sem esquecer o jurado másculo e simpático — pelo menos depois de um tempo — que enche os olhos de Zoe
Em meio a canapés, cupcakes e molhos, Zoe começa a se interessar romanticamente por Gideon, um dos jurados do reality show, um segredo que a pode desclassificar da competição e que a deixa mais excitada com a ideia. Nada melhor do que um romance proibido para apimentar mais ainda o concurso.
Ainda no meio da disputa, Zoe faz amizade com um casal local, Rupert e Fenella – esta que está grávida, redonda, quase dando a luz. Fenella logo se torna amiga de infância de Zoe, a dando apoio na cozinha e sempre contando com sua ajuda nos problemas da gravidez e nas visitas indesejáveis que virão. 

Minhas impressões


Uma Pitada de Amor é um chick-lit muito gostosinho de ler.

Em terceira pessoa, o livro corre de forma que, em poucos minutos, conseguimos avançar bastante na leitura, podendo finalizá-la em poucos dias, mesmo com as quatrocentas páginas dispostas no romance. Os personagens, narrados de um ponto de vista de fora, são bem desenvolvidos e carismáticos. Zoe é uma personagem doce, engraçada, apaixonada e gentil. Ela se mostra alguém prestativa e disposta a tudo para conquistar as pessoas de quem gosta.

Não há muito o que falar de negativo sobre o livro – aliás, acho que não há nada. Katie é demais, uma autora que sabe medir as palavras.

Um livro com capítulos recheados de emoção, com uma escrita doce e cenas apimentadas entre Zoe e Gideon. Com certeza você vai querer saber no que vai dar um romance tão incerto.

Recomendado! 
Nota 4.5/5

É isso, gente! Espero que tenham gostado da resenha. Quem já leu o livro? Deixa aqui nos comentários sua opinião! Vou adorar saber. Quem não leu, tem vontade? 
Até o próximo post do BEDA:




Oi, gente!

Nunca falei de Friends aqui no "Minha Série", porque nunca tive palavras para esse seriado. Sempre faço uns posts soltos, com episódios ou listas de alguma coisa - como o que vai acontecer aqui hoje - por que nunca sei como escrever sobre essa série que é e sempre foi, e sempre será minha favorita, haja o que houver.

Sem dúvidas, FRIENDS é uma série de comédia. Estamos entendidos nisso? Estamos. 

Mas tudo tem seu drama, certo? Tudo tem sua carga emocional, e aqui não é diferente. Aliás, FRIENDS tem uma carga emocional E TANTO. 

Revendo as dez temporadas novamente (por que não?), parei para pensar nisso. Os momentos listados aqui serão mais memoráveis por sua dose extra de drama e emoção. Então...


Preparem os lenços e abram a Netflix vai dar saudade!

1. Primeiro beijo Ross e Rachel 

Gente, quem não lembra desse momento? Ai, ai. 

2. Chandler e Joey brigando/Chandler na caixa

Foi levado na brincadeira na série, é claro, mas vai dizer que não dá uma aflição vendo os dois brigados? Ainda mais por um motivo que nós sabíamos não ser justo. 

3. Ross e Rachel dando um tempo

Sem. palavras. 

Esse momento é muito chorável. Como assim o casal do ano 1997 se separando? ):

4. Phoebe e os Gêmeos

Ai, gente, essa despedida... </3 

5. Proposta de Casamento Chandler e Monica

Vocês sabem, quando tudo dá errado e a gente acha que a Monica fugiu... aaah! Se até os atores choraram, por que eu não?

6. Mônica e Chandler não podem ter filhos

A gente viu esse amor todo nascer para depois descobrirmos que eles não podem ter filhos próprios. :( Foi uma batalha para conseguir um outro método, e cada momento em que não conseguiam, nosso coração se estraçalhava. </3

7. She got off the plane

Gente, eu choro toda vez que assisto à essa cena! Sempre mesmo. Se colocar três vezes seguidas, eu choro as três. Essa cena veio para fechar com chave de ouro a história de Ross e Rachel. 

8. Ross diz Rachel

E depois disso ainda vem um intervalo de temporadas! Gente, por favor, ele disse Rachel! Casem vocês! Mas, não. Ele continua casando com a Emily. Não dá vontade de entrar lá e gritar: se beijem! Em mim, dá. HAHAH É muito memorável, está na história do seriado. 

Então, gente, foi isso! 

Como foi bom relembrar esses momentos de FRIENDS.

Eu sempre reservo um tempinho para reassistir ao seriado e me deparar com essas cenas maravilhosas. E vocês, são assim com FRIENDS? Ou com algum outro seriado? Deixa aqui nos comentários.