Oi, gente!


Como estão?!

Hoje eu trago uma resenha que eu, boba, achei que já tinha aqui no blog! Mas vi que não, então, nunca é tarde, né?! Aqui está a resenha do livro #2 da série "Eu amo", da Lindsey Kelk: Eu Amo Hollywood


Título Original: I Heart Hollywood || Autora: Lindsey Kelk || Páginas: 296 || Editora: Fundamento || Sinopse: Você não sabe que o que dizem no jornal de hoje estará embrulhando peixe no mercado amanhã? Depois de fugir de seu ex-noivo e ir parar na vibrante New York, a inglesa Angela Clark está convencida de que finalmente encontrou seu lugar no mundo. Fez novos amigos - entre eles a antenada Jenny -, tem o emprego dos sonhos na badalada revista The Look e está perdidamente apaixonada por Alex, seu namorado supersexy. Mas tudo vira de cabeça para baixo quando vai a Hollywood entrevistar James Jacobs, um ator lindo de morrer. Em meio ao glamour dessa ensolarada cidade e das compras na Rodeo Drive, Angela logo descobre que a vida de celebridade não é nada fácil. A reputação de conquistador de James coloca Angela em apuros quando os dois são fotografados por um paparazzo numa situação um tanto "comprometedora". De repente Angela se torna o centro das atenções! Mas será que essa inglesinha atrapalhada conseguirá convencer seus amigos - e principalmente sua chefe e seu namorado - de que tudo não passou de um mal-entendido?

Angela Clark está de volta! Depois de deixar sua marca em New York, superar um pé na bunda, fugir para o primeiro lugar disponível e arrumar amizade, namorados e confusões na cidade que nunca dorme, Angela também conseguiu um emprego! E um bom emprego, que agora a leva para Los Angeles, a cidade das celebridades. Ela está a todo vapor, e não para. Com a oportunidade de entrevistar o ator mais badalado do momento, James Jacobs, Angie agarra com ambas as mãos seu laptop, enfia os pés nos Louboutins mais lindinhos e prepara a maquiagem para estar perfeita na cidade dos famosos.


Mas a cidade dos sonhos não é tão perfeita quando se está longe do namorado hipster, sexy e por quem ela é apaixonada, Alex, além de estar cheia de homens bonitos por quem ela pode muito bem se enrolar. E deixar Alex lá em NY sozinho, cheio de ciúmes… hm, não parece uma boa ideia. As paranoias da garota londrina começam daí! Com saudade, a melhor amiga a tira-colo (Jenny ) e uma missão, ela vai com tudo para essa tarefa. Quanto mais rápido ela conseguir o que foi mandado, melhor. Então aí ela parte para festas, bares e boates atrás de James, o ator mais gato e pegador de LA – e você já sabe: na cola do ator que está sempre sendo perseguido por paparazzis e curiosos, Ângela acaba sendo fotografada junto com o galã, e para a imprensa, ela se torna mais uma das mulheres que ele tem um caso. Como a imprensa não gosta de ficar calada, a notícia se espalha, e aí, tudo começa a ir por água abaixo. Com o namorado longe e agora não respondendo suas mensagens, o mundo de Ângela começa a cair quando ela se vê no meio do furacão chamado Hollywood.

Eu Amo Hollywood é o segundo livro de uma série de seis livros (sem contar dois ebooks) escritos pela Lindsey Kelk, uma autora londrina que está conquistando o público com chicklits rapidinhos e gostosos de ler.

Em Eu Amo Hollywood Lindsey volta com a mesma personagem que já conhecemos em “Eu Amo New York” e muito mais agito dessa vez. Agora, com a vida já formada, Ângela só quer curtir as novidades. Emprego novo e badalado, namorado novo e melhor amiga disponível, assim o livro corre bem mais rápido que o primeiro, e também se torna melhor, pois Ângela está um pouco (só um pouquinho) mais madura, sem aquela cabeça de garota traída e querendo só se aventurar que tinha no livro anterior.

Sim, o livro é uma continuação, mas acho que dá para ler independente do primeiro, já que Angie nos dá uma breve explicação de como ela foi parar ali (um resumo para a gente se lembrar do livro #1, que serve para quem sequer leu este).

Então, se você está querendo algo despretensioso para ler num final de semana, ou até mesmo num fim de tarde, sem se prolongar, pode apostar nos livros da série Eu Amo! Aqui no Brasil foram lançados quatro (Eu Amo Las Vegas é o mais recente) e tenho esperança que os outros também sejam traduzidos em breve. 

É isso, gente!
E aí, você já leu algum livro da Lindsey? Deixa aqui nos comentários suas ideias sobre. 

xoxo, até a próxima!


Oi, gente!

Como estão?
Eu não sei vocês, mas sempre que estou meio pra baixo, ou num dia friozinho, querendo assistir algo leve e sem grandes reflexões, procuro comédias românticas na Netflix ou Popcorn Time. Algumas nem sempre me animam, mas eu procuro sempre aquelas que não têm o plot clichê de sempre (casal se odeia e no final termina junto e/ou melhores amigos que estão apaixonados e só um deles não vê isso, etc.) Não nego que algumas das minhas favoritas são assim, mas sei que muita gente tenta passar longe desses. Então, pensando nisso, e pensando que há algum tempo eu tenho assistido esses filmes e preciso contar sobre pra alguém, montei essa listinha  

Espero que gostem!

Man-Up




Sinopse: Nancy (Lake Bell) tem 34 anos de idade e leva uma vida fracassada no amor. Quando ela viaja a Londres para o aniversário de casamento de seus pais, conhece Jack (Simon Pegg), que confunde Nancy com a garota que ele está esperando para um encontro às cegas. Sem desfazer a confusão, Nancy assume a identidade da garota que Jack esperava, e passa uma ótima noite ao lado do pretendente. Mas uma hora a mentira vai ser descoberta...

Man up é o tipo de comédia que você não dá muita coisa, mas quando percebe, já está passando da metade do filme e o impasse dos personagens só melhora a trama. Para melhorar (pra mim), o filme é britânico e o humor brit. difere muito do americano, então pode pegar algumas pessoas de surpresa nisso, principalmente aquelas acostumadas a comédias românticas americanas. 

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom 



Sinopse: Nova York. Rebecca Bloomwood (Isla Fisher) é uma garota que adora fazer compras e seu vício a leva à falência. Seu grande sonho é um dia trabalhar em sua revista de moda preferida, mas o máximo que ela consegue é um emprego como colunista na revista de finanças publicada pela mesma editora. Quando enfim seu sonho está prestes a ser realizado, ela repensa suas ambições.

Quem me conhece sabe que eu sou fã da Becky, tanto nos livros quanto no filme. O longa, diferente das comédias românticas, não foca no casal o tempo inteiro, e os delírios da personagem consumista mais amada no mundo da literatura nos garante altas risadas. 

Amor a Toda Prova


Sinopse: Cal Weaver (Steve Carell) tem quarenta e poucos anos e leva uma vida perfeita, com um bom emprego, filhos e um casamento com a namorada do colégio, Emily (Julianne Moore). Até que, ao descobrir que Emily o está traindo e quer o divórcio, sua vida desaba por completo. Forçado a voltar ao mundo dos solteiros, ele enfrenta as dificuldades habituais de quem não sabe mais como se portar para se aproximar de uma mulher. É quando entra em cena Jacob Palmer (Ryan Gosling), um amigo que passa a lhe dar algumas dicas.

Eu geralmente classifico "Crazy Stupid Love" apenas como comédia, já que o romance no filme é ao mesmo tempo o foco, ao mesmo tempo não. Não sei explicar como ele consegue isso, mas sim!, consegue. A cena da imagem acima é mais para o final do filme e mostra os quatro tipos diferentes de romance que vem a aparecer na comédia. E as mulheres? Ah, aí você precisa assistir ao filme para saber onde e como elas se encaixam. 

A Mentira 



Sinopse: Olive (Emma Stone) era aquele tipo de estudante cuja presença não era notada por ninguém, além de sua melhor amiga Rhiannon (Alyson Michalka). Quando ela a convida para passar um fim de semana acampando, Olive dá como desculpa que irá se encontrar com alguém. Na segunda seguinte Rhiannon lhe pergunta como foi o encontro e, para manter a história, Olive diz que perdeu a virgindade com ele. A notícia é ouvida por Marianne (Amanda Bynes), a crente da escola, que logo a espalha para os demais alunos. A situação altera o modo como as pessoas olham para Olive, o que faz com que ela se sinta dividida: ao mesmo tempo em que se sente mal por olharem para ela graças a uma mentira, ela gosta de enfim receber a atenção das pessoas. A situação potencializa ainda mais quando ela aceita a proposta feita por Brandon (Dan Byrd), seu amigo gay, de que finjam ter relações sexuais durante uma festa onde todos da escola estejam presentes. Desta forma Brandon passa a ser visto como heterossexual, deixando de ser perseguido, e Olive assume de vez a figura de vadia da escola. Só que ela não podia imaginar até onde sua fama iria levá-la.


A Mentira é, desses, o meu filme favorito pra deixar a tv ligada enquanto eu não realmente presto atenção, mas estou atenta ao filme. Sabe? Um daqueles que eu já sei de cor e sempre estou rindo na cena do chuveiro (I've got a pocket full of sunshine) e me identifico com a vida que a Oli leva. E eu também amo a Emma Stone, então é um plus one para esse! E o final alá anos '80 é maravilhoso. ♥

500 Dias Com Ela



Sinopse: Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

Não importa quanto tempo passe, esse filme sempre estará na minha lista de preferidos. Ele é tão adoravelmente cruel mostrando a realidade de relacionamentos e a vontade própria de cada pessoa, as expectativas e a realidade, o fim de um relacionamento e os motivos que deram errado. Ah! A comédia romântica que não acaba com o final feliz esperado, realista e necessário. Summer não é uma vadia. Por favor, aceitem. ♥

Ele Não Está Tão A Fim de Você


Sinopse: Gigi (Ginnifer Goodwin) é uma romântica incurável, que um dia resolve sair com Conor (Kevin Connolly). Ela espera que ele ligue no dia seguinte, o que não acontece. Gigi resolve ir até o bar onde se conheceram, na esperança de reencontrá-lo. Lá ela conhece Alex (Justin Long), amigo de Conor. Ele tem uma visão bastante realista sobre os relacionamentos amorosos e tenta apresentá-la a Gigi, através de seu ponto de vista masculino. Por sua vez Conor é apaixonado por Anna (Scalett Johansson), uma cantora que o trata apenas como amigo e que se interessa por Ben (Bradley Cooper), casado com Janine (Jennifer Connelly). O casamento deles está em crise, o que não impede que Janine dê conselhos amorosos a Gigi, com quem trabalha. Outra colega de serviço é Beth (Jennifer Aniston), que namora Neil (Ben Affleck) há 7 anos e sonha em um dia se casar, apesar dele ser contrário à idéia.
Ele Não Está Tão A fim de Você já diz muita coisa pelo título, né? E eu adoro como esse filme junta vários núcleos e desencadeou uma série de outros filmes assim. É quase um clássico moderno das comédias românticas. Recomendado! (se é que você já não assistiu!)

Então, gente! É isso. 
Os filmes são todos meus queridinhos e eu espero que vocês gostem. 



Deixa sua opinião aqui sobre quais você já viu e quais você se interessou. 

xoxo, até a próxima!

Olá! 

Hoje estava a pensar sobre todos os livros que já tiveram o seu auge e que atualmente quase já não vemos com tanta frequência, então trouxe esse divertidíssimo assunto para que possamos mais a frente debater sobre. Vamos lá!
5º lugar: LIVRO DE MEMÓRIAS


Foi um dos primeiros gêneros que mais vi estourar em questões de segundos e também que desapareceu rapidamente. Sinceramente, não vejo mais nenhuma notícia com frequência de novos livros de Youtubers. 
Na época do estouro houveram inúmeras controversas e polêmicas, acho normal um bookaholic não apoiar tanto a ideia, mas não podemos mentir que foram eles, para muita gente sem o hábito de leitura, o ponta-pé. 
Está em quinto lugar por ser o mais recente. (obs: 99% dos "autores" dos livros são desconhecidos por mim, QUE BOLHA EU VIVO?)

4º lugar: PÓS-APOCALÍPTICO  

Livros pós-apocalípticos ainda são muito bem aclamados, porém ainda sinto uma enorme dificuldade atualmente na divulgação dos próprios.
"The 100" e "Mundo novo" são a prova disso, raramente encontro para comprar em sites (como está acontecendo com "Nova era", o terceiro livro de "Mundo novo" que já há tempo que fora lançado e não consigo encontrar com facilidade - e quando encontro está num preço absurdo).
É um gênero que gosto muito, aliás.





3º lugar: DISTOPIA

O QUE ACONTECEU COM AS DISTOPIAS???
Quem lembra do quanto as distopias foram as "queridinhas" do mundo literário? Eu chegava até a ficar perdida, quando um autor lançava uma série inteira outro autor começava também.
Hoje em dia eu quase não vejo mais lançamentos do mesmo modo como acontecia, porém é um gênero que não necessariamente caiu no esquecimento dos leitores (parece mais das editoras), pois é o gênero que ainda é um assunto e que ainda acarreta todos os seus fãs fieis (vejo muita gente ainda fã, "Jogos vorazes" que o diga...)

2º lugar: SICK-LIT 

Sim, Sick-lit. O verdadeiro. O termo pode ser usado para satirizar o gênero "chick-lit" (que aliás tem um post que fiz falando sobre, clique aqui para lê-lo), mas também pode ser usado para nomear a literatura que aborda protagonistas com alguma doença.
O gênero  virou uma febre na época, parecia que era só espirrar e um sick-lit surgia. 
Dentre o gênero temos um grande espelho que foi "A culpa é das estrelas" que abordava o câncer assim como "Como viver eternamente" (um livro que li e aprovei), "Extraordinário" e também "As vantagens de ser invisível" que abordava a depressão e o suicídio.
Ao lado está "Amy e Matthew" uma obra que achei muito a cara de "A culpa é das estrelas" e que convenhamos, olhem essa capa!!! É muito "Eleanor e Park", foi tipo: "vamos pegar todas as obras famosas do momento e misturá-las).


1º lugar: ROMANCE SOBRENATURAL 

AHAA! Acho que por essa vocês não esperavam (e nem lembravam).
Essa foi a maior febre que vocês respeitam.
Acho que se juntássemos todos os auges dos gêneros aqui citados não daria o auge que o romance sobrenatural teve, até porque não afetou apenas no mundo literário foi algo que foi além e enfrentou o mundo dos cinemas e outras plataformas.  
Quantos autores atualmente não disseram ter sido influenciados pelo romance sobrenatural? E quantos leitores não entraram no mundo dos livros por conta deles? É engraçado como uma febre como foi "Crepúsculo" pode influenciar uma outra pessoa a criar outra febre como aconteceu com os livros eróticos de "50 tons de cinza".

IT'S OVER!!

O post fica por aqui, espero ter dado algum sentimento de nostalgia em alguém. Até!



Oi, gente!


Quem está de olho nos lançamentos nacionais por aí?!


2017 está começando bem para o (não tão desconhecido assim) Tony Lucas, autor de Miguel & Manuela, na amazon, e que agora parte para o lançamento físico com a editora Autografia, e num livro de poemas.


Quer saber mais? Olha só:

Sobre o livro:





"O garoto que só queria ser amado" reúne 33 poemas que falam desde o incessante desejo do autor do livro de ser amado, passando pelo real significado da felicidade, a dor ao se deixar levar pelo amor, e a chegada da maturidade.
São versos melancólicos, por vezes sarcásticos, que trazem reflexões acerca do amor e tudo que está atrelado a ele.





Sobre o autor:


Tony Lucas nasceu em Currais Novos, Rio Grande do Norte, no ano de 1996. Devorador de livros, decidiu que iria não apenas ler, e sim escrever suas próprias histórias. Em 2016 lançou seu primeiro texto, um conto intitulado “Miguel & Manuela”, iniciando a carreira na literatura brasileira. Escreve também em um blog, desde 2011, sobre o universo dos livros. "O garoto que só queria ser amado" é seu primeiro livro de poemas.


E o siga nas redes sociais: @tonylucas13

Previsão de lançamento de "O garoto que só queria ser amado": Janeiro/2017. 

Fiquem de olho!


Oi, gente!

Como estão?


Hoje eu trago pra vocês uma novidadezinha: a editora fundamento finalmente anunciou o lançamento do livro #4 da série "Eu Amo", da Lindsey Kelk. Yay! Minha felicidade foi à mil, eu já estava esperando esse livro há séculos! Lembrando que tem resenha do #1 e #2 aqui no blog, e a resenha do #3 sai no final do mês! 

Então, agora, você pode ler o capítulo 1 de Eu amo Las Vegas, as aventuras de Ângela na cidade dos jogos. O que será que vai sair daí? 



Angela Clark ama viver em New York! Afinal de contas, ela é uma garota inglesa realizando seu sonho na Big Apple. Mas ela também é uma garota inglesa que acabou de perder o emprego. E, infelizmente, o Departamento de Imigração já percebeu isso. Agora ela precisa urgentemente encontrar um emprego. Ou um marido. Só que Angela não tem coragem de perguntar ao seu divino namorado roqueiro se ele quer se casar com ela.Para esquecer as preocupações, Jenny, a melhor amiga de Angela, convence-a a passar um fim de semana sensacional em Las Vegas. Parecia uma ótima ideia: hotéis chiquérrimos, muita bebida, festas e... a capela nupcial! Será que Las Vegas era mesmo o que Angela precisava? Ou será que, em vez de fugir dos problemas, ela vai é arrumar mais complicações?


Você pode baixar o primeiro capítulo aqui, e comprar o livro aqui

RELEMBRE A SÉRIE:

Eu Amo New York

Será que fugir do ex-noivo rumo ao destino mais vibrante e inesquecível do planeta pode ser o suficiente para curar um coração partido? Para Angela Clark, a inglesa mais indecisa do mundo... sim!
Com um pouco mais do que um par de sapatos Louboutin e seu passaporte, é New York - a cidade onde a vida pulsa de verdade - que Angela escolhe como seu destino de aventuras. E lá encontrará a ajuda da pessoa mais antenada da cidade, Jenny, sua nova melhor amiga. Indecisa entre dois homens ma-ra-vi-lho-sos, tentada pelas vitrines das lojas mais famosas do mundo e com medo de ter que voltar para Londres, Angela terá que tomar muitas decisões. E o mais importante: ela relata essas experiências para os leitores do blog de uma revista famosa!
Hummm... será que isso vai dar certo?! E será que Angela vai querer chamar NY de “casa” para sempre? E você? Depois de uma temporada em NY, não iria querer chamar essa cidade fabulosa de “casa” também?

Eu Amo Hollywood

Você não sabe que o que dizem no jornal de hoje estará embrulhando peixe no mercado amanhã? Depois de fugir de seu ex-noivo e ir parar na vibrante New York, a inglesa Angela Clark está convencida de que finalmente encontrou seu lugar no mundo. Fez novos amigos - entre eles a antenada Jenny -, tem o emprego dos sonhos na badalada revista The Look e está perdidamente apaixonada por Alex, seu namorado supersexy. Mas tudo vira de cabeça para baixo quando vai a Hollywood entrevistar James Jacobs, um ator lindo de morrer. Em meio ao glamour dessa ensolarada cidade e das compras na Rodeo Drive, Angela logo descobre que a vida de celebridade não é nada fácil. A reputação de conquistador de James coloca Angela em apuros quando os dois são fotografados por um paparazzo numa situação um tanto 'comprometedora'. De repente Angela se torna o centro das atenções! Mas será que essa inglesinha atrapalhada conseguirá convencer seus amigos - e principalmente sua chefe e seu namorado - de que tudo não passou de um mal-entendido? Confira as aventuras de Angela em Eu Amo Hollywood!

Eu Amo Paris

Angela está a caminho da cidade mais romântica do mundo: Paris. Um lugar perfeito para o amor... e problemas! Depois do alvoroço em Hollywood, Angela volta à amada New York. Sua vida está perfeita novamente: tem o emprego dos sonhos na badalada revista The Look e está a um passo de ir morar com Alex, seu namorado lindo e sexy. Então, quando ele é contratado para tocar num Festival em Paris e a convida para ir junto, ela aproveita a oportunidade para escrever um guia de viagem sobre a cidade mais romântica do mundo! Munida de muito estilo e determinação, Angela explora as charmosas ruas de Paris em busca de destinos descolados para o seu artigo. Mas logo ela percebe que há algo muito errado... Parece que alguém está sabotando seu trabalho! Sem Jenny por perto para aconselhá-la, Alex ocupado com os compromissos da banda e, de quebra, a 'ex' de seu namorado a atormentando, Angela sente que seu emprego está por um fio e que sua vida amorosa está desmoronando. Estando tão perto de sua casa em Londres, ela pode largar tudo em Paris e voltar para a segurança de sua família. Mas é isso mesmo o que ela quer? Perder seu emprego é uma coisa, mas e quanto a perder Alex? É hora de Angela descobrir o que realmente importa em sua vida...Confira as aventuras de Angela em Eu Amo Paris!




E aí, você já leu algum livro da autora?
Para quem gosta de Sophie Kinsella, Chick-lit, confusões e livros para passar o tempo, pode confiar e ler!

É isso, gente. 
xoxo
até a próxima

Oi, gente!


Tudo bem com vocês!?
Espero que sim

Que tal a resenha do último livro lido no ano de 2016 e que se tornou um dos meus favoritos?!

Título Original: All The Lights We Cannot See || Páginas: 526 || Editora: Intrínseca || Ano: 2014 || Sinopse: Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu.
Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial.
Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda luz que não podemos ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível.



Fazia tempo que eu não lia um livro com a temática voltada para a Segunda Guerra Mundial. Quando comecei a me interessar mesmo pelos livros, essa era a minha temática favorita, e eu fazia de tudo para achar livros bons que se passassem na década de ’30/’40. Infelizmente – ou nem tanto – Toda Luz Que Não Podemos Ver foi lançado apenas em 2014, então eu não estava na minha fase mais fascinada por romances escritos sobre esta época. Meu gosto havia sido desviado, mas, é claro, eu ainda continuo me encantando com livros sobre o tema. Tanto é que, depois de muito tempo encarando o livro de Anthony Doerr na minha estante, eu o segurei nas mãos e soube que tinha que ler naquele momento. Deixei os outros pela metade e comecei.
E terminei em pouquíssimo tempo – dado a narrativa longa do livro, e a grande quantidade de páginas. Eu devorei a história de Marie-Laure e Werner com tanta avidez que me senti triste ao finalizá-lo. Não queria parar de ler sobre a vida daqueles personagens.

O livro trata de um tema já conhecido por todos nós – a guerra – e sobre isso não há novidade nenhuma. Mas, por outro lado, aqui está a novidade: o livro traz a sensibilidade extrema de uma pessoa sem visão para a narrativa. Mesmo sendo em terceira pessoa, Anthony nos dá a perspectiva perfeita de cada personagem, parecendo até que estamos lendo os pensamentos deles. É maravilhoso que isso tenha acontecido, pois o livro pede essa narração mais íntima.


Seu problema, Werner, é que você ainda acredita que a sua vida lhe pertence.


A personagem principal do livro é Marie-Laure, a garota que perdeu a visão antes dos sete anos de idade, que vive com o pai em Paris e está no país afetado pela guerra. Ela decora maquetes feitas por Daniel, seu pai, para poder saber como andar pela cidade, e lê livros enormes escritos em braile, passa horas com eles, e sempre recebe presentes “quebra-cabeça” do pai para exercitar os sentidos que não a visão. A vida de Marie-Laure é otimista, apesar dos problemas que afetam sua visão. Ela se adaptou muito bem ao mundo sem enxergar, e faz do seu próprio mundo um lugar colorido e cheio de imaginação.

Do outro lado, temos Werner e sua irmã Jutta, ambos alemães e órfãos. As crianças moram com Frau Elena no Lar das Crianças na Alemanha. Werner, desde muito pequeno, é fascinado por rádios. Não só rádios, mas equipamentos eletrônicos, os quais ele aprende a consertar e aprimorar. Em pouco tempo Werner está consertando rádios para toda a vizinhança, mesmo com a pouca idade. Essa ligação com a estática é o que o livra de combates na Guerra e o faz trabalhar diretamente com os equipamentos eletrônicos, procurando sinais de comunicação em “cidades inimigas”, descobrindo de onde vêm as transmissões e acabando com os esquemas inimigos.

Werner se tornou meu personagem favorito do livro. Não consigo explicar exatamente o porquê, mas talvez sua forma de sempre estar no limite, sempre se comportando da forma como lhe era imposto, e sua inocência, incomum entre os soldados, me fez tê-lo como favorito.  


Quando perdi a visão, Werner, as pessoas disseram que eu era corajosa. Quando meu pai foi embora, as pessoas disseram que eu era corajosa. Mas não era coragem; eu não tinha escolha. Acordo todos os dias e vivo minha vida. Você não faz a mesma coisa?


O livro caminha entre as duas histórias, entre os dois personagens, e traça um trajeto longo até fazer com que a vida dos dois se cruze. De uma forma inesperada, talvez, e que nos deixa com o coração na mão.

O final do livro vale a pena toda a extensão da narrativa. Não dei 5 estrelas para ele pois alguns capítulos foram maçantes – pelo menos eram curtos, duas ou três páginas no máximo – e algumas partes poderiam ter sido cortadas ou até mesmo encurtadas. Não desmerece em momento algum a grandeza do livro, mas é só uma coisa que faz com que alguns leitores não se deem 100% com a história. Eu gosto de narrativas longas, de desenvolvimento lento, de personagens mais bem explorados e momentos no livro que “não interferem em nada no final”. Sempre acho que eles estão ali para mostrar um ponto, e ele está lá. É só ver com outros olhos. Entretanto, das 526 páginas, reconheço que algumas poderiam ser cortadas. Um porém pequeno para um livro cheio de grandes porquês para ser lido.


Abram os olhos e vejam o máximo que puderem antes que eles se fechem para sempre.

Esse último quote separado para a resenha é um dos que resume o livro. É visto mais de uma vez entre as 526 palavras e retrata um pouco da mensagem que ele passa. Dá para perceber que é um livro incrível só de lermos um pouco sobre, não dá? Se eu soubesse, teria lido Toda Luz Que Não Podemos Ver muito antes. Ficou marcado na memória, um livro realmente inesquecível. Abram os olhos e leiam. É delicioso.

xoxo
até a próxima!


Oi, gente!


Como estão vocês? 
Que tal marcar as datas importantes num calendário fofo de Star Wars? Ou Harry Potter. Ou das Princesas Disney, se você preferir!

Pois é. 
Os calendários estão disponíveis para Download, e você confere os modelos aqui, olha só:

PS: Clique nos calendários para baixar. 


|| DOWNLOAD AQUI ||



Não são lindos?!


Aqui mais algumas imagens para vocês se convencerem de baixar!




E aí, já baixou o seu?!




Olá a todos!

Dessa vez eu, Érica, decidi fazer uma Trilha Sonora. 
Gilmore Girls certamente já foi falada aqui no blog e não é nem a Lorelai ou muito menos a Rory a minha personagem favorita e sim a Lane.
OK, a Rory pode ter essa coisinha que todos que visitam esse blog aqui tem que é o enorme amor pelos livros, mas eu me vejo tanto na Lane...



A Lane é tão maravilhosa que deveria ter uma série só para ela.
Todas as músicas abaixo apareceram em Gilmore ou a Lane citou o nome da banda/cantor e as músicas são as que eu escolhi para que vocês pudessem conhecer melhor.


Digam-me o que acharam da trilha sonora de hoje e não se esqueçam de curtir e apreciá-las, até!!