Oi, gente!

Como estão? Prometo trazer resenhas e dicas de livros nos próximos dias, mas hoje preciso falar de The Real O'Neals. A série me chamou a atenção pois uma de suas personagens principais é interpretada pela Martha Plimpton, que eu conhecia do seriado Raising Hope (Virginia ♥)


Sinopse: A família perfeita. Entretanto, tudo vira de cabeça para baixo quando o filho mais novo resolve assumir que é gay. O que parece ser o fim do ideal familiar, na verdade acaba sendo o início de uma bela jornada, quando todos param de fingir ser perfeitos e mostram como realmente são.
Ano de estreia: 2015
Nº de Temporadas: 1 (renovada para a 2ª)
Criadores: David Windsor, Casey Johnson, Joshua Sternin
Gênero: Comédia || Duração: 22 minutos



The Real O'Neals é uma típica série de comédia. Se você gosta de passar o tempo assistindo a uma sitcom de vinte e poucos minutos com histórias que não devem ser muito levadas a sério, acompanhe esta. Só que tenha em mente que as coisas serão um pouquinho mais desastrosas do que o habitual. 


Saindo um pouco daquele loop Reunião-De-Amigos-Relacionamento-Etc, TRO fala sobre relações em família, aceitação, religião e adolescência. O centro das atenções é Kenny, um adolescente que acaba de assumir ser gay para sua família extremamente católica. Sua mãe, Eileen, a chefe da família, tem problemas em aceitar a opção do filho por conta da religião, por ser um pecado perante Deus, mas ela mesma não está agindo como diz na Bíblia. Seu casamento de anos com Pat está acabando em divórcio e toda aquela felicidade no café da manhã não passava de fingimento. 

É a partir daí que a família perfeita que frequentava as missas aos domingos começa a se deteriorar. Tudo vai por água abaixo, cada um com sua cota de pecados a pagar. 


Além de Kenny, o personagem central, quem começou com toda essa onda de assumir os "pecados", temos os irmãos dele: Jimmy e Shannon. A garota, a caçula da família é esperta e usa isso para o mal, sem negar a que veio. Shannon trás uma boa dose de cinismo para o seriado, sendo a adolescente em fase de transição que questiona tudo. Um dos episódios em que passei a gostar mais dela foi quando se recusou a ir ao catecismo pois tinha questões não respondidas sobre a religião, e ninguém nunca parecia querer satisfazê-la com respostas coerentes. Gostei disso pois foi muito do que eu passei quando comecei a questionar certos ensinamentos bíblicos. 

Os personagens Pat (pai) e Jimmy (irmão mais velho) são coadjuvantes na série, pelo menos nessa primeira temporada foi assim. Um é aquele que está morando no porão e tenta ter uma vida normal depois do divórcio inesperado e o outro é o filho mais velho, valentão e um pouco cabeça de vento que sempre faz besteiras e age como um bobão, sendo sensível ao extremo, o que traz mais um pouco de comédia para todo esse caos que ronda a casa dos O'Neals.
E para fechar o resumo de personagens, temos Eileen, a mãe super religiosa, protetora, paranoica e um pouco fora de controle, que não aceita ter sua vida exposta para todo mundo, como num seriado de TV (ha-ha). Quando descobre que um de seus filhos é gay, a filha mais nova não acredita em Deus e o casamento está indo por água abaixo, decide tomar medidas extremas, como se qualquer coisinha fosse resolver problemas que não têm realmente solução. Mas a religiosidade cega de Eileen começa a se dissolver episódio por episódio, e isso é gostoso de ver. O preconceito implantado em sua mente depois de tantos anos acreditando que "tal" e "tal" coisa eram erradas é levemente lavado, mandado embora, depois de ver que em sua própria família existem pessoas "fora do padrão", mas ainda assim, pessoas. E ainda assim ela os ama, independente da decisão que aqueles tomaram para suas vidas. Creio que nas próximas temporadas Eileen se mostrará uma personagem muito mais divertida que a "maníaca" de hoje, mais suave e aceitando ainda melhor o que se passa em sua casa. 

Eu subestimava o seriado antes mesmo de assistir. Achava que seria só mais uma comédia exagerada, mas eu estava enganada. Ainda bem! The Real O'Neals tem muito o que mostrar, trazendo para dentro da cabeça de cada um o que é ser "fora do padrão" diante de uma sociedade ainda tão preconceituosa. Mostra também que temos que ser quem somos, independente de religião ou o que quer que seja. Não somos pecadores nem iremos sofrer na eternidade por tomar escolhas que nos fazem felizes. Tudo isso numa dose de comédia surreal, é claro (do jeito que eu gosto).

Recomendo a todos que assistam essa primeira temporada. É composta de apenas 13 episódios e dá para assistir em um ou dois dias. E tem legendada no SeriesHub. Clique no botão abaixo para assistir!
Bem, é isso, gente! Espero que tenham gostado da dica de série. 
Até o próximo post do BEDA (que está acabando ai meu deus)
xoxo


Oi, gente!

Já ouviram falar no filme da Disney que traz os animais vivendo num mundo com redes sociais, bebidas, festas, O Poderoso Chefão e muito mais? Estou falando de Zootopia, a melhor animação que vi este ano, até agora.
É fácil apontar as minorias. Em todo grupo, em toda sociedade, existe uma. E não é algo que só vê quem quer: está escancarado. Para nós, humanos, saber diferenciar as minorias é algo que cresce conosco. Nada novo por aqui. Mas, e se tudo isso também existisse no mundo animal? E no mundo animal de uma animação, feita previamente para entreter e agradar crianças - aqueles que ainda não entendem 100% importância que as diferenças de gênero têm na sociedade? Pois é! Se prepare para levar uma grande lição sobre feminismo, minorias, inclusão social e até mesmo política COM UMA ANIMAÇÃO.
Judy é uma coelhinha arisca, inteligente e sonhadora que, numa peça infantil, com sete anos de idade, revela o desejo de ser uma policial quando crescer. Seus pais, aterrorizados com a determinação de Judy, tentam fazê-la desistir dessa ideia tola e continuar com os negócios da família na fazenda. Mas Judy quer mais. Ela não desiste fácil e em seu futuro só enxerga uma coisa: Zootopia. A cidade grande, onde tudo acontece e onde você pode ser o que você quiser. 
A cidade é totalmente inclusiva e abriga todos os tipos de animais. Leões trabalham na mesma estação que búfalos, onças, tigres, etc. Camundongos têm suas próprias casas em tamanho adequado e uma vila só para eles. É geral: todo mundo pode viver em harmonia habitando Zootopia. E Judy consegue realizar seu grande sonho: ser o primeiro coelho a servir a Polícia! Em Zootopia!
A coelhinha deixa a cidade pequena e embarca numa viagem excitante, cheia de adrenalina, onde irá viver tudo aquilo que sempre quis. Mas nada é como ela espera. Sendo de uma espécie "inferior e indefesa", Judy não consegue grandes coisas em seu primeiro dia. Ela é logo mandada para as ruas para servir de guarda de trânsito - nada menos degradante para alguém que sabe ser capaz de muito mais. 
Nos termos do filme, Judy é uma coelha, a primeira a chegar na polícia, onde apenas os grandes permanecem. Ela enfrenta dificuldades em se afirmar como alguém capaz, é subestimada e colocada para baixo a cada hora. Para ser alguém dentro da polícia, precisa enfrentar um desafio e desvendar o mistério que está rondando a cidade: encontrar os animais selvagens desaparecidos de Zootopia, o que ninguém foi capaz de entender até hoje. 
Judy é uma coelha. Fêmea. Pequena. Indefesa. Todos a julgam como não sendo capaz de exercer uma profissão dominada por machos. Ninguém a leva a sério. Ao decorrer do filme, várias vezes Judy é chamada de "fofinha", etc., o que a deixa nervosa. Ela só quer ser tratada como uma igual! Tão boa quanto os outros, porque ela sabe que é. No filme inteiro acompanhamos a luta de Judy, passando por maus bocados e situações perigosas, tudo para afirmar o que vem dizendo desde o começo: EU POSSO. Com a ajuda de Nick, uma raposa esperta - as raposas são tidas como trapaceiras e desleais, outro estereótipo a ser quebrado - Judy consegue provar a todos que as minorias não são mais fracas, elas têm poder. E os menores não são inferiores. É uma quebra de padrão atrás da outra, algo que me surpreendeu quando passei a olhar o filme com os olhos mais atentos. 
Achei importantíssimo uma personagem feminina dentro de uma classe machista, mesmo que Zootopia clame por igualdade. Ainda não é 100% a realidade da cidade, e você consegue pensar em algum exemplo no "nosso mundo" que se encaixe perfeitamente nesses termos? Eu sim!
Deixando toda a mensagem empoderadora de lado (só um pouquinho), Zootopia não é um filme "chato" por tratar de tantos assuntos delicados. É sutil, é uma animação. É engraçado até passar do ponto, as referências de marcas, aplicativos e comportamento da atualiadade passadas para o mundo animal são imperdíveis. Vale a pena a hora e meia em frente a TV. Zootopia é, como eu disse no começo, a melhor animação que vi no ano - até agora.

É isso, gente! Não percam tempo e assistam. Vale super a pena!


Oi, gente!


Hoje tem resenha
E resenha de um livro que eu adoro: Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo. Para começar… acho obrigatório dizer que “Como Ser Uma Parisiense em Qualquer Lugar do Mundo” não é um livro para ser levado a sério. Não é um guia definitivo, não é uma regra. É um livro descontraído sobre os mitos e as verdades sobre a mulher Parisiense, que sempre é o centro de atenções por onde passa. É um livro para ser lido por quem admira o estilo e a vida dessas mulheres.


O que torna a mulher francesa tão única e irresistível? A pergunta, que já foi feita milhares de vezes, agora é respondida de forma definitiva por quatro parisienses tão autênticas e charmosas quanto diferentes entre si. Em uma abordagem nova e divertida sobre o que é realmente ser uma parisiense hoje em dia - como elas se vestem, se divertem e se comportam -, a embaixadora da Chanel e musa da Lancôme Caroline de Maigret, a escritora Anne Berest, a produtora Sophie Mas e a jornalista Audrey Diwan são surpreendentemente francas e sem rodeios.
Falando sobre filhos, relacionamentos, trabalho, estilo, cultura e muito mais, revelam seus segredos e defeitos, fazem piada dos próprios sentimentos e comportamentos complicados, e até admitem ser esnobes, um pouquinho egocêntricas e imprevisíveis. Mandonas e cheias de opiniões, sim, mas também meigas e românticas. Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo é um livro divertido e inspirador que desvenda o jeito de ser das francesas, mostrando o que elas pensam sobre estilo, cultura, comportamento e homens. Com dicas nem sempre politicamente corretas, é claro...


Como Ser Uma Parisiense… é uma delícia. É um livro leve, cheio de imagens e linhas com espaçamento gigantesco, algumas listas e definições sobre o estilo, a maternidade, o corpo e os truques na vida da parisiense.
Não temos um estilo de leitura com esse livro. Dá para ser lido em qualquer lugar e, em qualquer página aberta a leitura pode ser iniciada. São pequenas crônicas misturadas com listas de itens, ou “regras” do estereótipo parisiense que nos faz querer conhecer “uma dessas". 
O livro nos dá muitas dicas de estilo, mostrando que as parisienses sempre estão com a cabeça na moda, sendo Paris uma das cidades mais amadas pelas "It Girls". Um dos textos que mais gostei fala sobre a parisiense pelo olhar de um parisiense, a pessoa que convive diariamente com ela. Um trecho:

A Parisiense está sempre atrasada. Ela tem coisas importantes para fazer, ao contrário de você. Ela nunca se maquia para um encontro romântico. Claro. Ela é naturalmente linda. Não precisa disso. Por outro lado, é capaz de passar batom antes de ir à padaria no domingo: e se ela cruzar com um conhecido?
O livro foi escrito por quatro amigas Parisienses, o que dá um ar bem diferente a cada texto. Também conta com algumas lições, como "como arrumar a mesa ao estilo glamouroso das parisienses", "como ter uma peça coringa" ou até mesmo algumas receitinhas francesas deliciosas (e preguiçosas).
Definitivamente, Como Ser Uma Parisiense... é um livro obrigatório para os apaixonados pela cidade luz e o charme que ela transmite até em suas mulheres. Não é nada que mudará a vida de quem lê, mas é algo que deixa uma lembrança. A gente vai olhar para uma mulher em Paris, agora, e lembrar: "nossa, eu li sobre isso naquele livro...!", porque, mesmo no tom de brincadeira (como deve ser livro e aproveitado), algumas verdades estão lá. 
O livro é diagramado de forma elegante, com as páginas brancas e recheadas de imagens lindas. As margens e espaçamento variam muito, mas no geral são grandes, o que dá a vantagem de avançar a leitura em uma horinha ou duas. 

Bem, gente, é isso. O livro é curtinho, então não dá para falar demais. Mas, se você quer saber sobre moda, comportamento, tabus, sexo e muito, muito mais sobre as parisienses... vai com tudo! Não dá para se arrepender. 


Nota: 4/5
Autoras: CAROLINE DE MAIGRET, ANNE BEREST, SOPHIE MAS E AUDREY DIWAN
Ano: 2015
Editora: Objetiva


É engraçado como as coisas acontecem e nos fazem enxergar o amor de uma forma totalmente diferente daquela que já conhecemos. O amor acontece de qualquer forma, a qualquer hora, em qualquer dia e em qualquer circunstância. Não existe apenas um tipo desse sentimento. São várias vertentes, são diversas as variedades.
Já encontrei o amor romântico, aquele que nos faz suspirar, sonhar acordado e desejar que dure para sempre. O amor fraternal, que está presente em nossas vidas desde o primeiro momento; é o mais duradouro, verdadeiro e ingênuo. Todo mundo já sentiu, ninguém passa a vida sem amar dessa maneira. E, recentemente, encontrei um tipo de amor rápido. Não passageiro. Só rápido, que não demorou para se instalar, mas logo foi substituído por saudade. Felizmente, não me refiro à saudade eterna, só aquela que fica no nosso peito, adormece juntinho ao coração e nos faz perguntar “como será que estão as coisas com ele(a) agora?”
E o mais incrível é que, quem me deixou dessa forma, quem espalhou o amor por mim, dessa vez, não foi um ser humano. Foi um ser de quatro patas, um ser de orelhas em pé, rabo abanando e sorriso em forma de latido. 
Numa quarta-feira qualquer, depois de um dia cansado, um pouco chato, como a maioria da rotina, uma criatura pequena, com o olhar amedrontado e o pelo sujo apareceu nos braços da minha mãe, que passou para mim, mas logo me disse que nosso contato seria breve. Meus olhos se encantaram com ela assim que nos conhecemos. A primeira noite foi confusa; ninguém sabia muito bem como agir, mas logo o dia amanheceu e as coisas foram clareando. A cachorrinha – não queríamos colocar nenhum nome, pelo menos tentamos não colocar – se mostrou grata pelos cuidados e após o banho saiu correndo por toda a casa, cumprimentando o cachorro mais “velho” – Billy – e as gatinhas – Léia e Mila. A casa estava cheia e todo mundo queria saber o que a visitante estava fazendo ali. Mel – como começamos a chamar por um tempo – comeu, latiu, brincou, correu e encantou todo mundo, enquanto, relutante, eu tentava encontrar um dono que pudesse cuidar dela tão bem quanto estávamos cuidando.
Mais uma noite chegou e a expectativa de poder adotá-la cresceu, já que ninguém havia se disponibilizado para cria-la. Porém, no dia seguinte, já cheio de intimidades e muito mais brincadeiras, uma família com duas crianças e muito amor decidiu que seria uma boa hora aprender o que é o amor de uma outra maneira, adotando “Mel” e a recebendo de braços (e patas) abertas em casa.
Foi pouco mais de um dia, algumas horinhas a mais, mas… que sensação quente invade a nossa casa agora. Com certeza, passamos inesquecíveis um dia e meio. E para ela também tenho certeza que foi bastante significante. Fomos quem a tirou da rua e a deu um lar temporário, a ensinando várias novas maneiras de se relacionar. De uma certa forma, salvamos sua vida, e essa é a melhor recompensa possível: tê-la visto nas ruas, indefesa, e depois de alguns cuidados, a ver indo na direção de um novo lar, para ser tratada por pessoas boas e dispostas. 
Esse texto nada mais é do que o registro de uma memória indispensável, algo que, em tão pouco tempo, com certeza plantou uma mudança em nossas vidas - minha e de todos da minha família. Eu nunca tinha resgatado um cachorrinho antes, apenas gatos, e a sensação é cada vez melhor. Todo mundo deveria saber como é se sentir totalmente envolvido por uma causa, engajado em encontrar algo melhor do que as ruas para um animal indefeso. E descobrir o que é o amor de mais essa forma. 

Aqui está a "Mel" para vocês entenderem que não tinha como não se apaixonar:



Oi, gente!

Como estão vocês?

Queimei um dia no BEDA pois MUITAS COISAS aconteceram essa semana e eu acabei só liberando os posts já programados. Mas vamos agilizar isso, né?!

Hoje trago mais um "O que Andei Vendo", um quadro aqui do blog onde atualizo sobre os filmes e séries que vi nos últimos dias, semanas ou meses. Como faz tempo que não escrevo no OQAV, vou postar as últimas séries que iniciei! 

Switched at Birth

A série Switched at Birth conta a história de duas adolescentes que foram trocadas na maternidade. Bay Kennish cresceu em uma família rica, com seus pais e um irmão. Enquanto isso, Daphne Vasquez cresceu filha de mãe solteira. Além disso, a garota contraiu meningite quando criança, sendo então surda como sequela da doença. A situação se torna dramática quando as famílias se encontram e precisam aprender a viver juntas, para o bem das garotas.

Já falei de Switched aqui no blog, no post de séries para assistir com a família. Se quiser ler, é só clicar aqui
Comecei a assistir Switched na Netflix, muito por acaso. Me recordo de ouvir falar muito da série desde a época de seu lançamento, mas nunca tinha parado para apertar o play. Quando fiz isso, mais de cinco episódios foram embora de uma só vez. A primeira temporada, que conta com 30 episódios - isso mesmo, trinta - passou voando e eu me vi muito apegada aos personagens e à trama. Ainda não terminei as temporadas da netflix e a série ainda está em andamento, mas até agora, altamente recomendada. 

Full House

Danny está viúvo e precisa de toda a ajuda que puder encontrar para criar suas três filhas pequenas: D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, ele conta com o apoio de seu melhor amigo, Joey, e de seu cunhado Jesse. Assim começa uma das séries de comédia mais bem sucedidas da televisão, a qual lançou no mapa de Hollywood muitos atores que dela participaram.

Quem não conhece Três é Demais? A série Clássica, exibida no SBT em várias reprises e adorada pelos adolescentes e crianças dos anos '90 é uma comédia típica da transição 80's/90's. Eu já havia assistido episódios aleatórios da série na TV aberta, mas nunca achei que fosse gostar tanto quando assistisse em ordem. Os personagens que compõem a "casa cheia" do seriado são mais do que carismáticos e memoráveis: são amáveis, como uma família que recebemos de braços abertos. Acho difícil assistir e não gostar, mas vai de cada pessoa. Eu amei/tô amando.


Gilmore Girls

Sejam bem-vindos a Star Halow, Connecticut. Uma pequena cidade característica por suas áreas verdes e floridas, suas casas com cercas brancas e muitos personagens particulares. É neste ambiente que se desenvolve a apaixonante, divertida e muito sensível história da vida de Lorelai e Rory Gilmore. Como boa mãe independente, Lorelai organizou sua vida de maneira de que Rory fosse seu norte, transformando-se em sua melhor amiga e confidente. Uma sorte que a mesma Lorelai não teve durante sua infância pois sua mãe, Emily Gilmore, como bom exemplo de uma dama da alta sociedade não compartilhava da maioria dos interesses da jovem Lorelai. Mas família é família e os Gilmore sabem que, apesar das diferenças, estão sempre juntos para superar as dificuldades, amadurecendo e seguindo em frente.

Falei de Gilmore Girls no post "Séries para assistir com a família" se quiser acessar o post, clique aqui.
Gilmore Girls! A queridinha dos anos 00, a minha queridinha. Meu amor por essa série aumentou a cada episódio... e só vai aumentar com o revival! A série é gostosa de assistir, os episódios passam num piscar de olhos e acompanhar o ritmo das Gilmore é maravilhoso. Referências, diálogos atropelados e muita confusão no amor, é isso que você encontra em Gilmore Girls, feito da melhor forma. 

Brooklyn 99

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

Não faz muito tempo que comecei Brooklyn, e por estar assistindo Full House ao mesmo tempo, as vezes paro um pouco com uma delas. Brooklyn está na minha grade de séries e sempre vejo diversos episódios seguidos, quando paro para assistir realmente. O humor "babaca" da série a diferencia das outras que assisto, por isso gosto sempre de estar no melhor clima para começar um episódio. Mas nunca me arrependo!

Revendo: Raising Hope

Raising Hope é uma comédia familiar criada por Greg Garcia. Nela, acompanhamos a família Chance quando eles recebem um novo e inesperado membro. Aos 23 anos, Jimmy Chance (Lucas Neff) não está indo a lugar nenhum em sua vida. Ele limpa piscinas para ganhar um trocado, vai a festas toda noite e ainda vive com sua família, incluindo sua avó Maw Maw (Cloris Leachmann), sua mãe Virginia (Martha Plimpton) e seu pai, Burt (Garret Dillahunt). A vida de Jimmy vira de cabeça para baixo, quando um encontro romântico com Lucy (participação especial de Bijou Phillips) dá errado e ele descobre que ela é uma criminosa procurada. Meses depois, quando Jimmy a visita na cadeia, ele descobre que Lucy está grávida de um filho seu. Depois que ela dá à luz é Jimmy quem deve tomar conta do bebê.

Raising Hope entrou no catálogo da Netflix recentemente, por isso me animei muito para rever essa série tão cativante e pouco conhecida aqui no Brasil! Assisti episódio por episódio logo quando estreou - nem lembro como a conheci! - e realmente uma série muito especial para mim. Não consigo explicar minha conexão com RR, mas ela existe, é forte, e eu recomendo para todos, mesmo não sendo tão comum por aqui quanto tantas outras!


Bem, gente, foi isso!
Como expliquei lá em cima, queimei um dia pois MUITA COISA estava/está acontecendo por aqui hahaha mas tentarei não passar mais nada em branco. Espero que estejam curtindo o BEDA assim como eu. 
E aí, já conhecia/viu alguma série do post? Comenta aqui!



Oi, gente!

Vocês lembram do primeiro post sobre autores do wattpad? Se não, clique aqui e conheça cinco jovens autoras que começaram a escrever usando a ferramenta Wattpad. 

Hoje, irei trazer mais dicas de novos autores, e dessa vez um pouquinho mais: serão sete talentosos escritores! Vamos lá? 

Leo Bertagnolli

Nome e usuário do wattpad:


@LeoBertagnolli

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Foi, na verdade, sugestão de uma amiga, pois eu estava frustrado com a plataforma na qual eu estava publicando na época. Eu não estava pegando views, quem lia não comentava, coisas assim, então ela sugeriu o wattpad, e, estou surpreso, é muito bom.

Quantas obras possui no aplicativo?

Atualmente possuo apenas uma obra completa, mas pretendo postar a sequência dessa obra assim que estiver bem lapidada.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

A facilidade de compartilhamento e a quantidade de usuários. É colossal a quantidade de gente que busca novas histórias lá, mesmo antes de eu ter compartilhado e divulgado minha história, já haviam leitores e mesmo comentários.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Bah. É um sonho, porém, ainda não, não recebi proposta ainda. Espero um dia receber. E sim, conheço uma pessoa sim, o nome dela é Camilla Cardoso, e tem um livro incrível que está à caminho da publicação. Estou hiper feliz por ela.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Leitores fantasmas. Pelos deuses. Como isso é frustrante. É realmente tão difícil dizer se gostou ou não da história? Um simples “Eu gostei” já é o mundo pro escritor. Eu literalmente PULO de alegria quando alguém comenta minha história, dizendo se gostou, ou fazendo críticas construtivas, ou simplesmente dizendo “quero mais”. São coisas simples, mas, pra mim, são o mundo. É como um sorriso: Simples, gentil, mas que faz um dia cinza se tornar colorido.

Livro de Leo no wattpad: 



Tânia Picon

Nome e usuário do wattpad:

Tânia Picon - @taniapicon

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Em 2015, quando eu voltei a escrever depois de mais de quatro anos parada. Fui pesquisar o que eu podia fazer com as minhas histórias, já que eu queria muito ser lida, e então me indicaram o wattpad. Daí comecei a escrever e postar as novas histórias à medida que elas iam sendo feitas.

Quantas obras possui no aplicativo?

Contando com as degustações (4) e os contos (3) são 13. Nesse ano comecei a mexer e a revisar algumas e elas migraram para a Amazon. Tinha muitos livros antigos guardados. E ainda tenho alguns para terminar de arrumar. É um processo lento e que toma tempo, por isso nesse ano quase não fiz nenhum livro completo, ao contrário de 2015, ano em que eu escrevi seis, sendo que cinco desses estão na Amazon. Acho que as ideias estavam acumuladas pelos anos de pausa.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Os leitores, é claro. Para mim eles chegaram lentamente, mas chegaram. E os comentários fofos são muito estimulantes. É bastante gratificante.
Outra coisa boa para mim foram os concursos. Ganhei o primeiro lugar em um de contos que era oficial e um de melhor romance de julho que não era oficial. E foi esse primeiro concurso que fez eu me lançar na Amazon, ele me deixou animada e me deu coragem.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Sim, acho que foram três editoras que entraram em contato comigo nesse ano, se eu não me engano. Mas não fechei com nenhuma delas. Estou aprendendo a ver que a grande maioria das editoras não tem propostas muito vantajosas para o escritor. O único contrato de publicação que eu fechei não entrou em contato comigo, eu que fui atrás, mas eles me deram um resposta positiva porque conheciam o meu livro pelo wattpad. Então acho que ele é mesmo uma vitrine.  
Não vi nenhum livro em livraria, mas espero ver em breve. Conheci vários talentos nacionais e me apaixonei pela literatura nacional por causa do wattpad.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

O ponto negativo foi a demora para os leitores chegarem, no meu caso. Foram meses postando para ninguém, mas eu continuei mesmo assim. Era bem desanimador, eu confesso. Hoje é bem mais movimentado e os leitores continuam chegando.

Conheça os livros de Tânia no wattpad:

Clara Alves

Nome e usuário do wattpad:


Clara Alves, /ClaraAlves

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Eu conheci a plataforma em 2013. Eu costumava escrever em uma comunidade no Orkut voltada para a escrita. Quando o site acabou, eu senti muito, porque o Facebook, que era a rede social para onde todos estavam migrando, não permite a criação de espaços de escrita mais dinâmicos e completos, como era no outro. Por causa disso, os amigos que fiz no Orkut me indicaram o Wattpad, mas eu só comecei a usar mesmo em 2015.

Quantas obras possui no aplicativo?

Eu tenho quatro obras criadas, mas uma já está completa e só uma está em andamento. As outras duas estão inativas por enquanto.

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Sendo clichê, com certeza a maior vantagem é o feedback quase imediato. É claro que escrever sabendo que você está sendo visto estimula os autores. Mesmo que o retorno seja negativo, é legal que a gente saiba onde estamos errando e de que forma podemos melhorar a história.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Não aconteceu comigo, não, por isso que eu estou lançando independente (rs)! Mas alguns dos autores que mais gosto já estão saindo da plataforma: a Gisela Bacelar vai lançar “Desencontros” ano que vem pela editora Planeta; a Chris Salles está lançando “O diário internacional de Babi” com eles também; e a Bruna Fontes vai lançar “Sob o mesmo teto” pela Duplo Sentido, na Bienal.

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Acho que a pior parte é que a gente passa a se preocupar muito com os números. Eu vejo muitos autores reclamarem em grupos do Wattpad que têm pouca visualização e que estão querendo desistir, sem levarem em consideração que nem todo produto com qualidade tem a visibilidade que merece, mesmo fora do site. Mas eu não posso julgá-los. Eu mesma entro no meu livro várias vezes por dia para saber se já conquistei mais 1k (rs). Isso desestrutura um pouco o autor, que deveria estar mais focado em escrever.

Conheça os livros de Clara no Wattpad:


Ana Carolina

Nome e usuário do wattpad:


Ana Carolina Dias (@anaagdias)

Como e quando você conheceu a rede social para escritores?

Conheci através de indicação no Facebook... Depois do Nyah!, acabei desanimando das plataformas online, até conhecer o Wattpad. Foi amor ao primeiro login.

 Quantas obras possui no aplicativo?

Cinco histórias!

De toda sua experiência no wattpad, o que você acha ser mais vantajoso para um autor desconhecido na plataforma?

Acho que a oportunidade de você mostrar seu trabalho e ter a chance de ver ‘de perto’ se está agradando as pessoas, além de melhorar os pontos que ainda não estão 100%. Gosto da troca de diálogos que acontece entre autor/leitor, pois um feedback é essencial para que hajam melhoras. Também acho maravilhosa a forma como os leitores conseguem aumentar o ‘ego’ dos autores e fazê-los se sentirem tão bem. Apoio é essencial para que uma história consiga chegar ao ponto final.

Vários autores já receberam proposta de editoras via wattpad. Elas estão de olho nos novos talentos. Já aconteceu com você? Ou conhece algum autor que começou no wattpad e agora está na prateleira das livrarias?

Sim! Uma vez recebi proposta de um perfil editorial que disse ter lido parte da minha história e a achou interessante, que gostaria de publicá-la. Acabei escolhendo outra editora para fazer parte da casa, mas, de qualquer forma, eu mesma sou uma das pessoas que começaram no Wattpad e em breve estará nas livrarias e estantes alheias com o primeiro livro. 

Muita coisa boa, mas, vamos lá: qual o ponto negativo da experiência?

Eu acho que, no final, tive mais pontos positivos do que negativos sobre o Wattpad, porém de tudo o que vivi lá, a pior parte foi (e continua sendo) o medo do plágio, que muitas vezes acaba sendo real para alguns autores. Também é difícil conseguir leitores e ter visibilidade em meio a tantas histórias, mas esses são detalhes que um pouquinho de esforço e boa vontade resolvem. 

Conheça o livro de Ana em pré-venda: 
 Então é isso, gente!
E aí, gostaram? 
Semana que vem volto com mais autores e mais entrevistas incríveis. <3 Não se esqueçam de passar no wattpad e conferir cada um deles!
Xoxo


Oi, gente!


*Um opuco atrasada*
Na semana passada foi comemorado o dia dos estudantes. Parabéns a todos os envolvidos! HAHAHA E como comemoração ao dia em que todos nós queríamos que fosse feriado e não tivesse aula (não é mesmo?) eu venho aqui trazer para vocês meus cinco filmes de colegial favoritos. Descaradamente, A Mentira é meu favorito queridinho!

A Mentira (2010)



Olive (Emma Stone) era aquele tipo de estudante cuja presença não era notada por ninguém, além de sua melhor amiga Rhiannon (Alyson Michalka). Quando ela a convida para passar um fim de semana acampando, Olive dá como desculpa que irá se encontrar com alguém. Na segunda seguinte Rhiannon lhe pergunta como foi o encontro e, para manter a história, Olive diz que perdeu a virgindade com ele. A notícia é ouvida por Marianne (Amanda Bynes), a crente da escola, que logo a espalha para os demais alunos. A situação altera o modo como as pessoas olham para Olive, o que faz com que ela se sinta dividida: ao mesmo tempo em que se sente mal por olharem para ela graças a uma mentira, ela gosta de enfim receber a atenção das pessoas. A situação potencializa ainda mais quando ela aceita a proposta feita por Brandon (Dan Byrd), seu amigo gay, de que finjam ter relações sexuais durante uma festa onde todos da escola estejam presentes. Desta forma Brandon passa a ser visto como heterossexual, deixando de ser perseguido, e Olive assume de vez a figura de vadia da escola. Só que ela não podia imaginar até onde sua fama iria levá-la.

10 Coisas Que Eu Odeio em Você (1999)

A situação está tensa na casa dos Stratford. Bianca (Larisa Oleynik) não vê a hora de arranjar um namorado, mas seu pai (Larry Miller) não permite que ela saia com garotos. Após muita insistência, o pai toma uma resolução: Bianca pode namorar, desde que sua irmã, Katharina (Julia Stiles), namore também. Só que Katharina é uma verdadeira megera, que não tem amigos na escola nem em lugar algum. Para resolver a questão, Cameron (Joseph Gordon-Levitt), apaixonado por Bianca, resolve contratar o misterioso Patrick Verona (Heath Ledger) para seduzir a futura cunhada.

3. Meninas Malvadas 

Cady Heron (Lindsay Lohan) é uma garota que cresceu na África e sempre estudou em casa, nunca tendo ido a uma escola. Após retornar aos Estados Unidos com seus pais, ela se prepara para iniciar sua vida de estudante, se matriculando em uma escola pública. Logo Cady percebe como a língua venenosa de suas novas colegas pode prejudicar sua vida e, para piorar ainda mais sua situação, Cady se apaixona pelo garoto errado.


4. A Garota de Rosa Shoking 

Uma garota pobre (Molly Ringwald), que estuda em colégio de ricos, sonha em ter um vestido especial para ir ao baile da escola e namorar algum colega bonitão e milionário.


5. Quase Igual Aos Outros 

Terry Griffith parece ter uma vida escolar perfeita: é bonita, popular, inteligente e está prestes a conseguir o estágio dos seus sonhos em um jornal. Infelizmente, seu professor de jornalismo dispensa o artigo dela em prol de textos escritos por alunos homens. Decidida a comprovar que a causa de seu fracasso foi o sexismo do professor, ela se disfarça de homem em uma nova escola, onde tentará inscrever seu artigo jornalístico novamente.

E aí, qual o seu favorito? Não está na lista?! Então conta aí nos comentários!
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