Você é desses que já pensou em fazer uma (ou mais) tatuagem(ns) em homenagem àquele seu filme favorito, ou ate mesmo livro, seriado, banda (...)? Se você gosta da arte e é fã do pequeno príncipe, da uma olhada nessas tatuagens fofinhas que separei aqui pro blog ♥

"Só se vê bem com o coração"


 "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"


 Os baobás. 


 


 "O essencial é invisível aos olhos"


 "Você tem grandes verdades dentro de você, se apenas alguém se preocupar em olhar."


 "A Rosa"


"O Principezinho"


"Le Petit Prince"


E aí, gostou? A minha favorita é a "L'essentiel est invisible aux yeux" <3 E a sua? <3

É isso gente! Até a próxima. 
Beijos!

Como Viver Eternamente, de Sally Nicholls. (2007)
Antes de mais nada, só uma pergunta: Por que nao li esse livro antes?
Acho que todo mundo deveria lê-lo o mais rápido possível. 
Lembrando de todas as obras que já li, esse é, decididamente, uma das mais lindas. 
A história é toda linda, do começo ao fim. Eu amo livros que tratam de crianças, que as tem como personagem principal e MAIS AINDA quando as crianças narram os livros. 
A gente sente a inocência do personagem, e não há nada melhor do que isso. 
O que você faria se descobrisse que tem apenas alguns meses de vida? Sam decidiu escrever um livro, com listas e fatos (o que ele ama). Em alguma das listas ele diz o que quer fazer antes de morrer. Coisas como: ver a terra bem do alto, andar num dirigível, ver um fantasma. Coisas simples, que a gente nunca pensa que vá realizar, que são só ideias, mas temos vontade.

Sinopse: Meu nome é Sam. Tenho onze anos. Coleciono histórias e fatos fantásticos. Quando você estiver lendo isso, provavelmente já estarei morto. 
Sam ama fatos. Ele é curioso sobre óvnis, filmes de terror, fantasmas, ciências e como é beijar uma garota. Como ele tem leucemia, ele quer saber fatos sobre a morte. Sam precisa de respostas das perguntas que ninguém quer responder. ”Como Viver Eternamente”, é o primeiro romance de uma extraordinária e talentosa jovem autora. Engraçado e honesto, este é um livro poderoso e comovente, que você não pode deixar de ler. 
A história de Sam me deixou muito emocionada e envolvida no drama do livro. Comecei numa madrugada e terminei no outro dia à noite (hoje). 
É uma leitura gostosa, apesar de ser profundamente tristes, o livro não trata da doença como um drama DRAMA. Tem partes divertidas e bonitas. 
O livro tem 228 páginas e seus capítulos chegam as vezes a ter apenas duas paginas, o que facilita a leitura. 
Na minha humilde opinião, esse livro deveria ser altamente recomendado à todos, e espero que eu consiga convencê-los a ler essa que é uma das histórias mais lindamente tristes que já li, e pensar mais um pouco sobre tudo que nós temos e queremos. Uma ótima lição de vida. 

Adorei. <3 

Ah, Dexter!
Como diz o título de outro livro da série: Dexter é delicioso.
"Talvez o primeiro serial killer que solicita nosso amor sem nenhuma vergonha".
Tô apaixonada pelo livro, pelo Dexter, mais do que eu era!
Amo a série, demais, mas são duas coisas. No livro você entra na mente do personagem, por que é o Dex que narra tudo. Não tem cenas extras com LaGuerta, Doakes ou outros personagens... é só o Dexter! E claro, quando os outros estão em cena, eles aparecem, mas em segundo plano.
Se tratando do seriado, as coisas são bem parecidas da primeira temporada nesse primeiro livro. A inspiração foi total, só 10% da história é diferente.
Quem viu a série sabe o caso, o Ice Truck Killer, e tudo mais! E acontece no livro exatamente assim.

Sinopse: Dexter Morgan é um educado lobo vestido em pele de ovelha. Ele é atraente e charmoso, mas algo em seu passado fez com que se transformasse numa pessoa diferente. Dexter é um serial killer. Na verdade, é um assassino incomum que extermina apenas aqueles que merecem. Ao mesmo tempo, trabalha como perito da polícia de Miami... Em Dexter, a Mão Esquerda de Deus, o livro que deu origem à aclamada série de TV, o adorável matador depara-se com um concorrente de estilo semelhante ao seu, encanta-se e incomoda-se com ele, prevê seus passos... A escrita requintada de Jeff Lindsay nos faz mergulhar na mente de um dos personagens mais ambíguos da história da literatura de suspense. Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima. 


Dexter - A Mão Esquerda de Deus é uma obra prima. O livro inteiro é bem construído. O humor do Dexter, as situações que ele enfrenta... é tudo muito bem escrito. 
E Dexter... o unico serial killer que ganhou o amor de todos. 
Apesar de ser um drama, eu ri bastante com o livro. Os pensamentos do Dex são excepcionais. 
Pra quem nunca viu o seriado, tem muito suspense. Ah... estou ficando sem mais elogios, acho que usei todos, e muito bem aplicados, por que Dexter merece!

Recomendo mil vezes! 

Por que não coloquei Arctic Monkeys no título? Por que o Alex não é apenas vocalista do AM, mas também do Last Shadow Puppets, e tem projeto solo.

Ele é, pra mim, um dos compositores mais completos da atualidade, e isso é uma opinião pessoal, então por favor, sem comentários bobos querendo me contrariar. Cada um com o seu. Ok? :)
E aos que concordam: lindos <3
Mas vamos lá!
Como devem saber, na Trilha Sonora aqui do blog eu posto uma seleção de músicas do Artista escolhido, e são sempre minhas favoritas.
Do Alex vai ser bem variado, por que são de três projetos diferentes.
Arctic Monkeys: banda em que o Alex é vocalista, guitarrista e principal compositor, desde 2002.
Last Shadow Puppets:  Banda composta por Alex e Miles, vocalista da banda The Rascals, formada em 2008.
Projeto solo: Músicas compostas para a trilha sonora do filme Submarine (2010) <3

Alex é conhecido por seu poder vocal e estreou no mundo da música em 2002, no Arctic Monkeys. Juntamente com Nick O'MalleyMatt HeldersJamie Cook e Andy Nicholson, Alex frequentou a Stockbridge High School. Ganhou sua primeira guitarra no Natal em 2001, o que seria fundamental para a formação da banda.
Em 2005, Alex foi considerado a quarta pessoa mais cool do planeta, e o homem mais cool do planeta também pela New Musical Express (HAHAHA)

Bem! Aproveitem a lista. Beijos, até a próxima. <3


Alex Turner by Renata Varela on Grooveshark

O cinema francês é atualmente o mais dinâmico da Europa continente em termos de público, números filmes produzidos e de receitas geradas por suas produções. Gérard Depardieu é considerado pela Française Societé des Films et Art como o precursor do cinema francês no mundo, sua contribuição para a sétima arte é notória por seu grande portfólio de filmes (tanto no papel de diretor quanto ator), como por exemplo o clássico Os 101 Dálmatas, sendo considerado responsável pela alta qualidade do cinema francês. "Brilhante e inovador!", diria mais tarde o iniciante diretor François Truffaut, na década de 1990.
O nascimento do cinema está ligada à primeira projeção pública dada pelos irmãos Lumière no Salon Indien du Grand Café de Paris 28 de dezembro de 1895. A primeira apresentação de seu filme  “La Sortie de l'usine Lumière à Lyon” foi realizada 22 de março de 1895, nas instalações da Sociedade de Incentivo à Indústria Nacional, em Paris.

Principais filmes


À bout de souffle (1960), de Jean-Luc Godard

La grande illusion (1937), de Jean Renoir

Les quatre cents coups (1959), de François Truffaut

Irreversible (2002), de Gaspar Noé

Le fabuleux destin d'Amélie Poulain (2001), de Jean-Pierre Jeunet


Jean-Luc Godard
Godard é um cineasta franco-suiço reconhecido por um cinema vanguardista e polêmico, que tomou como temas e assumiu como forma, de maneira ágil, original e quase sempre provocadora, os dilemas e perplexidades do século XX
Principais filmes: Masculine-feminine, Pierrout Le Fou, Une Femme est Une Femme, À Bout de Souffle. 
François Truffat
Truffat foi um dos fundadores do movimento cinematográfico conhecido como Nouvelle Vague e um dos maiores ícones da história do cinema do século XX, em quase 25 anos de carreira como diretor Truffaut dirigiu 26 filmes, conseguindo conciliar um grande sucesso de público e de crítica na maior parte deles.
Filmes: L'homme qui aimait les femmes, Les quatre cents coup, Fahrenheit 451.

Festival de Cannes
Festival de Cannes é um festival de cinema criado em 1946, conforme concepção de Jean Zay, e até 2002 chamado Festival international du film, é um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo. Acontece todos os anos, no mês de maio, na cidade francesa de Cannes.

Entre os principais atores/atrizes franceses estão:
Brigitte Bardot, Anna Karina, Jean-Pierre Aumont, Marion Cotillard, Catherine Deneuve, Jeanne Moreau, Louis Garrel, Audrey Tautou, entre outros. 


 Zooey Deschanel é uma das minhas atrizes/personalidades favoritas, e isso tá bem claro. 
Pra formar essa opinião, além de gostar bastante de sua música, passei bastante tempo vendo seus filmes e conhecendo seus projetos. 
Sendo assim, decidi listar aqui meus cinco favoritos dela, sem ordem, por que acho isso bem injusto AHAHA :)

  • The Go-Getter


Ano: 2007
Diretor: Martin Hynes
Nota: 9.0
Um filme bem pouco conhecido, de um proketo independente que me conquistou desde a primeira vez que o vi. Além da Zooey, o filme tem a trilha sonora perfeita, toda composta pelo Black Keys, o que soma um ponto a mais. 

SinopseÉ a história de Mercer White (Lou Taylor Pucci), um jovem de 19 anos que rouba um carro e sai em busca de seu meio irmão mais velho, que não vê em catorze anos. essa acaba sendo a viagem de sua vida. Ele mal deixa a cidade quando um celular deixado dentro do carro toca e ele se acha falando com sua dona, Kate (Zooey Deschanel). Daí em diante, nada se desenrola como o planejado. Em Reno, ele é seduzido por uma jovem misteriosa e tem encontros perigosos, bem humorados e esclarecedores.
No fim, é o percurso, a procura e o descobrimento de um amor que ele nunca imaginou que fazem dessa jornada a viagem de sua vida.
Eu adoro a personagem da Zooey nesse filme. A forma que ela é apresentada ao publico é uma das melhores coisas do filme. 
The Go-Getter

  • 500 Dias Com Ela ((500) Days of Summer)

Ano: 2009
Diretor: Marc Webb
Nota: 9.5

O filme que fez a Zooey mais conhecida com certeza é esse. Todo mundo já viu ou ouviu falar, e é claro que ele consta aqui. 
Ao contrario da maioria, eu não odeio a personagem dela no longa. Todo mundo já foi a Summer um dia (tudo bem que todo mundo foi o Tom também. Citando a Summer: é a vida). 

Sinopse: Quando Tom, azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado.
Suas reflexões acabam levando-o a redescobrir suas verdadeiras paixões na vida.
500 Days of Summer

  • Flakes

Ano: 2007
Diretor: Michael Lehmann
Nota: 8.0
Não é o melhor filme da Zooey, nem o melhor que alguém já viu, mas eu adoro, adoooro esse filme. É bem simples, a história não é das mais bem elaboradas, mas o filme é.. bem, uma gracinha. É bastante original e tem um ar de inocência que nos conforta.

Sinopse: Aspirante a rock star, o músico Neal Downs é gerente de um cereal bar. Sua namorada é a estilosa Miss Pussy Katz, uma criadora de roupas inspiradas em arte radical. Um capitalista rouba a idéia do estabelecimento e abre uma franquia comercial do outro lado da rua. Então Neal tem que salvar seu namoro, sua música e seu emprego.
Flakes, 2007

  • Gigantic


Ano: 2008
Diretor: Matt Aselton
Nota: 8.0
Outra comédia simples, filme para passar o tempo e nada mais. Pessoalmente, eu gosto de filmes assim de tempos em tempos. Nada muito complexo, só um filme que, olhando por esse lado, se sai muito bem.

Sinopse: Brian Weathersby (Paul Dano) é um vendedor de colchões que planeja adotar uma criança chinesa. Mas, um dia ele se depara com uma bela jovem, interpretada por Deschanel, que adormeceu em um dos seus colchões e por quem ele acaba se apaixonando loucamente. Com isso, o desejo anterior que ele tinha de adotar uma criança aumenta.
Gigantic, 2008

  • Sim Senhor!

Ano: 2009
Diretor: Peyton Reed
Nota: 9.5
Zooey Deschanel e Carrey <3 Impossível não gostar. Está na lista dos melhores da carreira da Zooey, Com certeza. 

Sinopse: O longa é baseado nas memórias do autor britânico Danny Wallace, texto que foi adaptado pelo roteirista David Iserson (veterano do programa cômico "Saturday Night Live"). A trama conta a estranha jornada de um homem (Jim Carrey) que, cansado de perder oportunidades na vida, resolve dizer "sim" para tudo o que lhe aparece durante um ano, levando-o a uma série de situações absurdas e pitorescas.
Sim, Senhor!, 2009.

É isso, gente! :) 

Espero que quem não viu algum desses filmes, veja! 
É impossível não gostar da Zoo depois disso, e ainda vai tirar aquela imagem de "Summer Bitch" que você (com certeza) tem dela. 
Beijos! ♥

Você se lembra de um caso onde um casal aprisionou uma menininha no quintal de sua casa por dezoito anos? Esse livro conta tudo, tudo dessa história. A autora? A menininha sequestrada. Ela foi libertada em 2009, com duas filhas. Sim, duas filhas que ela teve com o sequestrador.
Eu adoro histórias reais. Livros que são como um diário, estilo O diário de Anne Frank,  e esse consegue ser tao forte quanto.
Quando o comprei, eu nao sabia que se tratava daquele caso que eu vi na tv em 2009. Fui pesquisar mais sobre, depois que li o livro, e vi um documentário muito bom sobre, explica tido que tem no livro. Clique aqui pra assisti-lo (está legendado).
Bem, o livro conta a historia real de Jaycee Lee Dugard, uma menininha inocente e com uma vida inteira pela frente, mas tudo foi interrompido quando ela foi sequestrada, aos 11 anos, por um psicopata que não visava mata-la, mas sim abusar sexualmente da menina.
Com o passar do tempo e os abusos, veio então a primeira gravidez. Jaycee conta detalhadamente como tudo ocorreu,  o que nos deixa com um nó na garganta. Como ela sobreviveu?
No livro constam imagens das suas filhas com o sequestrador, imagens do local onde ela foi aprisionada (uma casinha, ou melhor, um barraco que ficava nos fundos da casa do sequestrador).

É um relato muito comovente que nos faz agradecer todo dia por nao acontecer conosco nem um terço do que aconteceu com ela. E tambem nos dá força. Se Jaycee aguentou anos de sofrimento e hoje tem uma vida feliz novamente com a família,  por que não podemos também? Nos ajuda a encontrar forças e saber que tudo vai ficar bem, nao importa quanto tempo dure.
Jaycee e sua irmã no ano em que foi sequestrada.

"I'M SO HAPPY TO BE BACK"
Kennifer na capa da revista americana People,
no ano em que foi libertada. 


O sorriso pouco mudou e transparece verdade na única declaração dela: "Estou muito feliz em estar de volta". Jaycee não foi entrevistada diretamente pela revista, mas familiares falaram sobre seu retorno para casa e a superação do trauma vivido por ela e as filhas Angel, de 14 anos, e Starli, de 11 anos. As três moram com a mãe da jovem, Terry Probyn, no norte da Califórnia.

Segundo a revista, Jaycee aproveita seu tempo andando a cavalo e cozinhando. "Eles vivem uma vida surpreendentemente normal, considerando as circunstâncias", conta uma pessoa da família.

 The Killers é e sempre foi uma de minha bandas preferidas, mas é sempre aquela coisa: eu paro de ouvir por séculos e depois volto mais viciada do que nunca.
Acho que tem várias bandas que nos causam esse efeito e pra mim TK é uma delas.
Esses dias voltei a ver o Live deles que comprei no escuro, anos atrás, e se revelou um dos melhores - se não o melhor - live que eu Já vi.

Um pouco sobreThe Killers é uma banda americana de rock, formada no ano de 2002 em Las Vegas. Seu primeiro album Hot Fuss (clique aqui para baixar) foi lançado em 2004, contendo vários dos sucessos que acompanham a banda até hoje. 
Pra mim, The Killers é uma das bandas que fazem os melhores covers. Shadowplay, originalmente do Joy Division, foi regravada pela banda de uma forma extremamente original. Outra, que aliás é minha favorita (acho mehor que a original) é Romeo and Juliet, do Dire Straits. 
Mas não só de covers vive a banda. Seus sucessos são imensos e como foi citado, os acompanham até os dias de hoje. Entre eles está Mr. Brightside e Somebody Told Me, ambas do primeiro album deles.  Hot Fuss foi lançado em junho de 2004, e "Somebody Told Me", "Mr. Brightside", Smile Like You Mean It" e "All These Things That I've Done" tornaram-se sucessos imeditados. O próprio álbum atingiu a sétima posição no Billboard Top 200. Devido à grande presença de sintetizadores neste álbum, houve uma forte associação entre Hot Fuss e grupos dos anos 80 como U2The CureDuran DuranDepeche Mode e New Order, o que levou os críticos a definirem o grupo como New Wavesynthpoppop alternativodance rock dentre outros gêneros musicais.

Aqui estão algumas de minhas músicas favoritas dos Killers, espero que gostem: 


Beijos!

Marian Keyes têm sido uma das escritoras que mais estou me interessando pelos livros ultimamente. 
Ao todo, são quatro lidos e mais três na estante pra ler. 
Sobre a autora: Marian escreveu vários livros no gênero Chick lit. Os seus livros exploram o universo feminino com muito humor e leveza. Seus temas centrais no entanto levam a tona muitos assuntos delicados, tais como lutodepressão pós-parto e violência doméstica. As personagens criadas pela escritora possuem perfis realistas, que permitem com que o leitor se identifique com a trajetória de vida narrada.
Eu não dava nada pelos livros desse gênero, mas a Marian escreve tão, mas tão bem, que eu cedi. O primeiro que li foi Casório?! e faz bastante tempo. Eu me peguei viciada na leitura, mas não pesquisei mais sobre os outros livros dela. 
Ano passado, na Black Friday me empolguei e comprei um box com três livros: Melancia, Casório? (que eu tinha lido de uma amiga) e Los Angeles. 
Comecei a ler, e vou deixar aqui o que achei de cada um. 
Exceto Casório?! que vai ser substituído por Sushi.

Melancia: 
Melancia conta a história de Claire Walsh, uma mulher muito bem casada e grávida. O livro começa no dia do parto de sua primeira filha, Kate. E uma coisa inesperada acontece: seu marido lhe dá um pé na bunda quase no mesmo instante que sua filhinha nasce. Claire, que mora na Inglaterra, se vê inconsolada e sem respostas, então se muda pra a casa dos pais na Irlanda, onde também moram suas irmãs: Ana e Helen. 
Claire entra em depressão pós-parto (e pós-meu-marido-me-deixou, né) e entra em conflito consigo mesma, tentando saber onde errou e o que fez seu marido lhe deixar. 
Bem... de todos que eu li até agora, esse foi o que menos gostei. Das irmãs Walsh (tem um livro pra cada uma), Claire é a mais chata e sem sal. Parece que nunca vai sair da depressão, e como o livro e narrado na primeira pessoa, tem páginas e mais páginas de seus pensamentos bobos e depressivos demais. 
Eu não aconselho ninguém que queira conhecer as obras da Marian a ler esse livro primeiro. É um erro. Se você ler esse, você não vai querer saber dos outros. O que é um erro, por quê...

Los Angeles:
De todos até agora, esse é meu favorito. <3
Los Angeles conta a história de uma das irmãs de Claire (Melancia), Maggie Walsh. 
Ela é tida como a certinha da família: é casada e vive uma vida pacata com um emprego normal e uma casa na Irlanda. E do nada sua vida dá uma reviravolta: ela descobre que o marido tá tendo um caso, e no mesmo dia, perde o emprego. 
Maggie tambem volta a morar com os pais, mamãe e papai Walsh, mas sua depressão só dura até sua amiga Emily telefonar de Los Angeles a convidando pra passar uma temporada na sua casa, onde está todo o glamour do mundo. 
O livro é bem divertido, tem um pouco de drama, sim, como todos os outros, mas a comédia prevalece. Maggie não é tão certinha quanto aparentava e segue com um estilo de vida que jamais imaginara para si. A narrativa desse livro, ao contrario de Melancia, é deliciosa, nada cansativa. Vale muito a pena ter esse livro, e pra quem não conhece a Marian, começar por ele. 

Sushi: 
Sushi é diferente de Melancia e Los Angeles. Não conta a história de nem uma das irmãs Walsh, pelo contrário, conta a história de não um, não dois, mas três personagens centrais: Lisa, Ashiling e Clodagh (sim, é esse mesmo o nome dela).
Lisa Edwards, a durona e sofisticada editora de revistas, acha que sua vida acabou, quando descobre que seu novo emprego "fabuloso" não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda, com a missão de lançar a revista Garota. Ashling Kennedy, a editora assistente da Garota, também tem seus problemas. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida. E não só porque o que lhe sobra são bolsas, falta em cintura e namorado - mas porque, no fundo, no fundo, falta algo mais, como aquele pontinho minúsculo que fica na tela quando a gente desliga a TV à noite. Conhecida como "Princesa", a vida sempre deu a Clodagh tudo que queria (e por que haveria de ser diferente, quando se é a garota mais bonita da turma?). Ao lado de seu príncipe e dois filhinhos encantadores, ela vive um conto de fadas doméstico em seu castelo. Mas então, por que será que nos últimos tempos anda sentindo vontade - e não pela primeira vez - de beijar um sapo? (Abrindo o jogo: de dormir com um sapo).
O livro é pra lá de divertido e te pega de surpresa em casos que você pensa que já sabe como vai terminar. Eu fiquei boquiaberta com as coisas que acontecem, várias que eu não esperava que acontecessem nem em mil páginas. Eu adorei o livro e está na disputa com Los Angeles pelo primeiro lugar na lista dos meus favoritos da Marian. É outro que também pode servir como cobaia na experiência de conhecer a autora. Recomendadíssimo! 

"Sushi" é um livro sobre a busca da felicidade. E ensina que, quando você deixa as coisas ferverem sob a superfície por tempo demais, cedo ou tarde elas acabam transbordando."

Eu adoro a Marian, e espero que quem ler algum dessas indicações passe a adorá-la também!
Alguns avisos: os livros dela são BEM extensos. Sushi tem 569 páginas, Los Angeles tem 484 e Melancia, 489. É uma leitura que exige dedicação, embora seja bastante divertida, as vezes se prolonga. Eu sugiro que dediquem umas horinhas do dia apenas pra ler (não só esses livros, é bom fazer isso com todos haha). Beijos! 

Os escritores chamam a infância de época dourada. E, na realidade, ela representa para quase todo mundo um tempo feliz de sonhos e brincadeiras, quando não havia lugar para as preocupações. Uma ou outra vez, todos desejaram nunca crescer. Há um personagem da literatura que desejou isso tão ardentemente que ficou criança para sempre. É Peter Pan. Ele foi criado em 1904 pelo romancista e dramaturgo escocês James Mattew Barrie. Peter Pan mora em um lugar fantástico chamado Terra do Nunca. Ele vive em companhia de Sininho, uma fada muito graciosa, apesar de não ter mais que um palmo de altura, e dos Meninos Perdidos. Em sua vida de sonhos e aventuras, Peter Pan está sempre às voltas com mil perigos - dos quais escapa sempre! E seu pior inimigo é o covarde e ardiloso Capitão Gancho, o terrível chefe dos piratas!
Há ainda o Barrica, lugartenente do Capitão Gancho, uma tribo de índios, às vezes aliada, às vezes inimiga de Peter Pan, as sereias e o crocodilo. Esse animal, certa vez, comeu a mão do Capitão Gancho. Desde então, ele persegue o pirata, tentando comer o restante! A única garantia de Gancho é que o crocodilo engoliu um despertador e o tique-taque avisa os piratas de sua presença! Walt Disney interessou-se pela história em 1935. Mas só em 1953 ele conseguiu realizar o filme. No filme, Peter Pan leva uma garota inglesa, Wendy, e seus irmãos, João e Miguel, para a Terra do Nunca. Eles vão até lá voando com a ajuda do pó mágico da fada Sininho. Esse pó, quando jogado sobre uma pessoa que está tendo um pensamento feliz, faz voar. Sininho, porém, fica enciumada e tenta se livrar da nova amiga de Peter Pan, dizendo aos Meninos Perdidos que Wendy é um pássaro terrível e que é preciso abatê-lo. Mas o feitiço vira contra a feiticeira e a fadinha é condenada por Peter Pan a abandonar o grupo. O Capitão Gancho, aproveitando-se da situação, prende Sininho e, através de truques, faz com que ela ensine onde fica o esconderijo de Peter Pan. O pirata prende então Wendy, João, Miguel e os Meninos Perdidos. Mas Sininho foge e avisa Peter Pan, que logo trata de salvar os seus amigos. Na luta final, Peter Pan joga o Capitão Gancho no mar. Um detalhe interessante filme é que o rosto de Sininho foi inspirado no da atriz Marilyn Monroe. No final, Wendy e seus irmãos voltam para casa e seus pais, vendo Peter Pan que se afasta, lembram-se de sua infância, dos sonhos que tiveram, enfim, de sua própria época dourada!

Fonte: gibiteca

O Filme Pulp Fiction é um dos mais famosos do diretor Quentin Tarantino, e se tornou um clássico do cinema moderno. Foi lançado em 1994, e pra comemorar os vinte anos do lançamento desse "soco no estômago", veja algumas curiosidades que talvez você não sabia: 
  • A carteira de Jules, onde dizia “Bad Motherfucker” era, na verdade, de Tarantino.
  • Quando Mia volta para casa, após a overdose, faz um pacto de silêncio com Vincent, e ambos o firmam com um aperto de mãos. No restaurante, quando Vincent pergunta por que seu marido atirou Antoine pela janela do 4º andar, Mia diz que não sabe, e que a única parte de seu corpo que Antoine tocou, foi a mão. Esse aperto de mãos foi, também, um pacto de silêncio, e por isso Mia não conta o que realmente aconteceu com Antoine.
  • Tarantino hesitou na hora de escolher em qual papel ele iria atuar: Jimmie ou Lance. Ele acabou escolhendo Jimmie porque ele queria estar atrás das câmeras na cena da overdose de Mia.
  • Este foi o segundo filme dirigido por Quentin Tarantino. O primeiro foi "Cães de Aluguel" (1992).
  • Jules afirma que sempre recita uma passagem bíblica antes de matar alguém. Ele diz: "O caminho do homem justo é rodeado por todos os lados pelas desigualdades do egoísmo e da tirania dos homens maus. Bem-aventurado aquele que, em nome da caridade e da boa
    vontade, pastoreia os fracos pelo vale das trevas, pois ele é verdadeiramente o guardião do seu irmão e o descobridor das crianças perdidas. E derrubarei sobre ti, com grande vingança e furiosa raiva, aqueles que tentam envenenar e destruir meus irmãos. E você saberá que o meu nome é Senhor quando eu derramar minha vingança sobre você."
  • Uma cena excluída mostrava Jules atirando em “Pumpkin”, “Honey Bunny” e "Hairy Yuppie" - Na verdade, ela só teria acontecido na cabeça de Jules.
  • Vincent Vega quase foi interpretado por Michael Madsen – Provavelmente o ator se arrependeu de ter passado o papel a John Travolta, que relançou sua carreira.
  • O Filme ganhou o Oscar em 1995, por melhor roteiro original.
  • O que estava dentro daquela pasta... - Jamais saberemos. Talvez o diretor e o roteirista também não.
  • Muitas atrizes queriam o papel de Mia Wallace, entre elas, Meg Ryan e Isabella Rossellini, mas Tarantino estava tão desesperado para que Uma Thurman aceitasse o papel, que leu o roteiro inteiro para ela no telefone, fazendo-a aceitar.
  • A espada que Butch usa para salvar Marcellus, é a mesma usada em Kill Bill.
  • As armas com as quais Butch pensa em matar os Rednecks foram homenagens a alguns dos filmes favoritos de Tarantino – O taco é de Com as próprias mãos, a serra de O massacre da serra elétrica e a espada a vários filmes de kung fu.
  • A mãe de Tarantino afirmou que, durante a gravidez, costumava escutar repetidamente música “You Never Can Tell”, de Chuck Berry, escolhida por ele para a cena da dança entre Mia e Vincent no Jack Rabbit.
  • O curativo no pescoço de Marsellus Wallace foi colocado ali em função de uma cicatriz do ator Ving Rhames. O pessoal da maquiagem achou (com razão) que a cicatriz acabaria tirando a atenção da platéia.